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sexta-feira, 11 de julho de 2008

then POP goes my heart

Nasci e cresci ouvindo a banda mais pop do mundo. Ok! Afinal de contas quem não conhece Paul, John, George e Ringo? Mas não podemos massificar, certo? Há níveis no mundo pop que medem qualidade entre outros atributos, mas vamos encarar que POP é o que todo mundo conhece, afinal a palavra deriva de POPULAR, certo?

Acho engraçado como essa palavra pode ter diversos significados em diferentes momentos da vida. Por exemplo, quando a gente nasce, putz... ela nem cabe na nossa vida. Mas a partir do momento em começamos a viver de fato em sociedade, ela passa a ter uma importância, que às vezes parece ser vital.

Popularidade na escola é como um reflexo, no qual todos queremos parecer bem na foto, né? Bom ai a gente cresce e se divide em dois grupos:

- aqueles que sempre terão isso como algo extremamente importante

- aqueles que aprenderam que ser "o gostosão" do lugar não é tão enriquecedor para a vida

Hoje me encontro no segundo grupo. Passei anos da vida, morando no interior, buscando ser uma das meninas, com pai fazendeiro, dono de casa de câmbio, super empresário ou médico hiper-ultra-mega respeitado. Querendo roupas da Giovanna Baby, Surf More e Pakalolo. E fugindo do fato de que era realmente feliz brincado com os meninos, jogando futebol, vôlei, basquete e espirobol. Correndo ou andando de bicicleta o dia inteiro na rua. Mas há "males" que vem pra bem, certo?

Um dia acordei e vi que ser menosprezada, furtada e humilhada (olha que não estou fazendo drama, é tudo verdade!) por aquelas pessoas que eram a imagem do que eu gostaria de ser e vi que isso não era algo que eu queria para a minha vida. Então, simplesmente saí dessa. Achei pessoas com as quais eu podia fazer tudo isso que eu gostava de fazer com os meninos e ainda por cima podia falar sobre eles.

Deixando os traumas de lado, porque ainda não achei o caminho para de fato supera-los, vamos ao que interessa.

Voltando ao tópico POPULARIDADE.
Meu negócio é ROCK, acho que isso já ficou bem claro há tempos, mas tenho praticamente um pé inteiro no pop. Não sei se é a facilidade de pegar uma letra, ou o lado dançante que eles usam para me hipnotizar, mas o fato é que no final sempre caio como um patinho. Não levanto a bandeira e digo que é a melhor música do mundo, mas tem sim suas exceções, como Juntem Timberlake e Madonna - mas não juntos, por favor!

O lance é que gosto de dançar, no banho, na frente do espelho enquanto arrumo o quarto, em shows... E nada melhor do que música pop para fazer exercícios seja algo mais para o eletrônico, como David Guetta - dica dada por Maddie herself, ou mais sexy como Beyoncé.

O lado bom de tudo isso é que nunca ninguém tem que me ver fazendo isso, mas acho que nunca avancei essa fase da pré-adolescência. De qualquer forma acabei por abraçar esse meu lado há algum tempo, porque também ninguém consegue cantar "I'm only happy when it rains..." 100% do tempo. E essa é a razão do vídeo de hoje. Celebrando a liberação pop - e um esclarecimento, só porque eu ouço não quer dizer que concordo com as atitudes do ser humano, tá?! - com vocês, Miss Britney Spears - "Break The Ice"


letra aqui

sexta-feira, 25 de abril de 2008

coisas que aprendemos na escola

Quando eu estava na escola, entre meus sete e dez anos aprendi diversas coisas (claro!). Nessa época praticamente tudo o que aprendemos usamos para a vida, já que é o ensino fundamental, ou pelo menos é nisso que escolhi acreditar.

Mas até hoje me pego pensando em algumas dessas coisas que me foram ensinadas. Ainda não entendi porque exatamente aprendi a FAZER cruzadinhas. Quando digo fazer, não me refiro ao responder, e sim montar. Um belo dia a Tia Lúcia me aparece com uma cruzadinha da Turma da Mônica na sala e copia uma das páginas no quadro. Copiamos cada quadradinho e desenho e depois resolvemos. De lição de casa temos que inventar nossa própria cruzadinha, para que no dia seguinte um colega resolva...

E na terceira série passamos meio dia aprendendo como se preenche um cheque. Por que cargas d'água temos que aprender aos 10 anos de idade como se faz um cheque? Nem mesada eu recebia ainda. Assim como as cruzadinhas, a lição de casa foi fazer seu próprio talão. Na sala brincávamos de compras e eu concordo, ainda mais em uma época onde a inflação comia solta, que as crianças devem entender o valor do dinheiro. Mas cheques?

Nunca reclamei disso, e não irei reclamar agora. Porque para mim essas atividades inusitadas eram uma diversão. Passei horas montando cruzadinhas e fazendo meu próprio talão de cheques, que podia conter todos os carimbinhos bonitos do mundo. Mas o porque eu ainda não entendi.

Afinal de contas, quando se cresce as cruzadas se tornam bem mais complexas, sem desenhinhos na frente e tal. E elas vêem semanalmente na Caras, diariamente nos jornais ou podem ser adiquiridas em qualquer banca de jornais.

Fico pensando sem algum dos meus colegas se tornou criador de cruzadinhas por conta dessa aula ou virou designer de cheques para algum banco.

Ai ai... cada coisa que nos ensinam.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

infância

Em um momento de lembranças, aqui uma música que marcou a minha infância e provalvemente a sua também.


De Volta Para O Futuro (Back to the Future, 1985)
Direção: Robert Zemeckis
Roteiro: Robert Zemeckis & Bob Gale

Elenco:
Michael J. Fox ... Marty McFly
Christopher Lloyd ... Dr. Emmett Brown
Lea Thompson ... Lorraine Baines McFly
Crispin Glover ... George McFly
Thomas F. Wilson ... Biff Tannen
Claudia Wells ... Jennifer Parker
James Tolkan ... Mr. Strickland







A letra da música está aqui

- Curiosidades do filme...
- Desde o início do projeto Michael J. Fox foi a primeira escolha para o papel de Marty McFly, mas não tinha tempo em sua agenda por estar na época fazendo a série Family Ties (1982). Então o ator Eric Stoltz foi chamado para interpretar Marty, mas após descordar com o restante do elenco e produção sobre qual era o caminho que o filme deveria seguir, ele foi substituído pelo próprio Michael J. Fox. Fox acertou sua agenda para conciliar ambos trabalhos. Durante as filmagens de De Volta Para o Futuro o ator ia direto das filmagens do seriado para o set do filme e tinha em média de uma ou duas horas de sono por dia. Os horário de filmagem de De Volta Para O Futuro iam das 18h até as 6h da manhã, e as cenas que deveriam ser filmadas durante o dia eram programadas para serem gravadas nos finais de semana.

- Michael J. Fox teve que aprender a andar de skate para fazer o filme.

- Michael J. Fox, (nascido em 09/06/61) é apenas dez dias mais novo que Lea Thompson, atriz que interpreta Lorraine Baines McFly, sua mãe no filme, e é quase três anos mais velho que o ator que faz seu pai, George McFly, Crispin Glover.



- O nome do personagem Emmett vem da palavra "time" (tempo) que soletrado ao contrário e pronunciado em sílabas "em-it".

- Os atores John Lithgow (3rd Rock From The Sun, 96) e Jeff Goldblum (The Lost World: Jurassic Park, 1997) eram algumas das opções para o papel do Dr. Emmett Brown.




- No filme inteiro há apenas 32 efeitos especiais.

- É do músico Mark Campbell a voz de Martin McFly quando canta.








Informações tiradas do site IMDB
fotos de divulgação tiradas da internet