Toda a vez que eu vi esse filme terminei me sentindo estranha. Uma mistura de sentimentos incomoda e desesperadora. Pode parecer simples drama, mas nenhum filme me deixou assim antes. É engraçado, porque sinto como se não tivesse entendido nem um décimo dele e mesmo assim ele me fez chorar de uma forma que eu nunca tinha antes. Faz alguns anos que o vi e revi. Foram experiências seguidas, e desde então ele se mantém lá no fundo da minha consciência me lembrando que existe e que tenho de ver de novo, mas ao mesmo tempo em que sinto uma vontade enorme de fazer isso, o medo me afasta. Nunca fiquei descontrolada (sim, é uma palavra forte, mas é a certa) por conta de um filme e é bem estranho contar isso, porque ao mesmo tempo em que escrevo, vou lendo cada palavra e elas não fazem parecer que o que estou dizendo é verdade. Mas realmente é! O filme tem suas complicações, idéias que unem filosofia e física. Fala de teorias sobre viagem no tempo ao mesmo tempo em que tudo te leva a pensar que Donnie simplesmente é louco.
Até hoje não sei explicar minha reação ao filme. Talvez tenha de ver mais mil vezes para chegar perto de entender o que ele fez comigo, mas ainda me falta coragem. Não só coragem de entender o que realmente ele fez comigo, mas talvez coragem de ver que o fator nunca foi o filme em si, e sim a junção dele e do momento que eu estava vivendo na época que me fez reagir daquela maneira.
Sei lá, já indiquei ele à outras pessoas, conversei com quem assistiu e ninguém de perto sentiu o mesmo que eu. Vai ver que eu que estou ficando louca... Uma coisa eu tenho certeza, "Killing Moon" do Echo & The Bunnymen nunca mais foi a mesma depois de Donnie Darko. Na verdade, após ver e ouvir o filme - porque a trilha dele é extremamente importante - passei a ouvir cada uma das canções que compõe a trilha de um jeito novo.
E é pelo fato de ter mexido tanto comigo, independente de eu sentir que não entendi nada, que acho esse filme FODA!
Dentre transmissões das Olimpíadas, tirei 122min do meu domingo para ver um dos filmes que estava esperando para ser assistido. No caso o escolhido da vez foi Onde Os Fracos Não Tem Vez ou No Country For Old Men, emprestado pelo Liang.
Onde Os Fracos Não Tem Vez (No Country For Old Men, 2008) Direção: Ethan Coen & Joel Coen Roteiro: Joel Coen & Ethan Coen, baseado no livro de mesmo nome escrito por Cormac McCarthy
Elenco: Tommy Lee Jones ... Sheriff Ed Tom Bell Javier Bardem ... Anton Chigurh Josh Brolin ... Llewelyn Moss Woody Harrelson ... Carson Wells Kelly Macdonald ... Carla Jean Moss
Indicado à oito Academy Awards e vencedor de quatro: - Melhor Direção: Ethan Coen & Joel Coen - Filme do Ano: Scott Rudin, Ethan Coen & Joel Coen - Melhor Ator Coadjuvante: Javier Bardem - Melhor Roteiro Adaptado: Joel Coen & Ethan Coen
O que dizer sobre esse filme? Surpreendente no sentido de que ao contrário da maioria dos filmes hollywoodianos, ele não termina com um resuminho contando a grande moral da história que demorou duas horas para ser contada. Adaptado de um livro que não li, Onde Os Fracos Não Tem Vez mostra tem em seu título a idéia do filme. Como personagens principais três homens bastente diferentes, com algumas coisas em comum.
Primeiro a "aparecer" é Tommy Lee Jones, que interpreta o Sheriff Ed Tom Bell, um dos dois narradores da história e mocinho da trama, que se encontra em um período da vida onde mudanças estão acontecendo, mas ele veem tendo dificuldades para conseguir lidar com elas.
Javier Bardem é o antagonista da história. Ele vive Anton Chigurh, um matador de aluguel sociopata, que tem seu personagem contratado para recuperar o dinheiro que desapareceu após um negócio entre traficantes de drogas ter dado errado.
E por fim Llewelyn Moss, interpretado por Josh Brolin, fecha o triângulo da história sendo o alvo de Chiguhr. Llewelyn, veterano da guerra do Vietnã, entra na história quando se depara com algumas caminhonetes abandonadas no meio do deserto, onde está cançando antilopes. O local é o cenário do trato entre os traficantes e compradores da droga, que o leva à mala que contem mais de 2 milhões de dólares.
A partir daí começa a brincadeira de gatos e ratos, onde Llewelyn quer apenas conseguir escapar com o dinheiro. Chiguhr vai em busca da mala e mal pode esperar para fazer seu "trabalho", matando todos que de alguma forma cruzam o seu caminho com a ajuda de uma moeda, assim como Duas-Caras, dando ao acaso o poder de decidir sobre a vida das pessoas. E o Sheriff coitado, prestes a se aposentar, passa boa parte da história assistindo as coisas acontecerem e tentando salvar Llewelyn.
Filme chocante, que te deixa apreensivo em diversas partes, mas se mostra como uma história real, com pessoas reais e um fim real, Onde nem tudo tem uma explicação óbvia a cada final de capítulo de nossas vidas.
Como falei em momentos anteriores, sou a ovelha negra da minha família... Por alguma razão nunca me apeguei muito aos elementos nerdísticos que presentea em casa e minha história com quadrinhos ficou mesmo só no nível Turma da Mônica. Mas como algo genético, meu irmão possui o amor que minha mãe tinha por HQs como Batman, Super Man e assim por diante.
Tudo o que sei sobre heróis e suas histórias consegui por osmose, simplesmente de ouvir o que meu irmão falar sobre, ou de assistir desenhos... Nunca tive um preferido, mas tenho certa simpatia por alguns como Wolverine, Tempestade e claro a VAMPIRA (X-Men), Queda-Livre (Gen-13), mas nada além disso. Mesmo assim sempre acabo assistindo os filmes lançados e com o novo Batman não podia ser diferente, né?
Elenco: Christian Bale ... Bruce Wayne / Batman Heath Ledger ... Coringa Aaron Eckhart ... Harvey Dent / Duas-Caras Michael Caine ... Alfred Maggie Gyllenhaal ... Rachel Dawes Gary Oldman ... Gordon Morgan Freeman ... Lucius Fox
A notícia da morte do Heath Ledger chocou. Não só por ele ter entrado na minha gigantesca lista de pretendentes em 99, quando eu tinha só 16 aninhos e assisti 10 Coisas Que Odeio Em Você, no cinema com o Dani. Mas também porque tudo ainda parece estranho demais. E achei que ao sentar no cinema iria cair no choro, mas como o próprio Dani falou, eu não chorei.
Batman: The Dark Knight é incrívelmente intenso. Intenso e tenso. Tenso e denso, mesmo sendo um filme de ação de Hollywood, com mocinho e bandido. Mesmo sendo uma adaptação de história em quadrinhos para o cinema. Onde Gotham, a cidade sobria foi trazida para o mundo atual. As bogigangas do Batman, características do personagem por mais absurdas, parecem plausíveis... já que temos que levar em conta o fato de que o Cavaleiro das Trevas não usa armas de fogo e nem mata pessoas.
Tudo se encaixa de maneira perfeita... algo como os americanos adoram dizer... A PERFECT FIT. Desde a direção, produção e obviamente a escalação do elenco. Mesmo sendo o segundo filme de Chris Nolan como diretor e Christian Bale como Bruce Wayne / Batman, não parece uma seqüência pelo fato de tudo estar bem melhor. A partir do momento em que tiraram Kate "atriz água com açucar/mulher do Tom Cruise/mãe da Suri" Holmes do papel da paixão de Bruce, Rachel Dawes, e colocaram Maggie "fucking awsome" Gyllenhaal (fazer o que, sou fã da família... desde que vi Donnie Darko, se não acredita... assista) tudo entrou nos eixos. Quase-ignoraram o chato do Espantalho e o Coringa tem o espaço merecido, devido sua importância nas histórias.
O "problema" é que com tudo sendo perfeito a idéia de fazerem um novo filme vai por água a baixo. Primeiro porque cada acerto de Hollywood é seguido de seqüências medíocres ou pior ainda pobres de alma, como pelo fato de que o sr. Ledger faleceu, levando consigo provavelmente o melhor Coringa que o mundo já viu e verá, falando com todo o respeito à Jack Nicholson. Tirando o papel de um limbo que pendia entre engraçado e ambicioso, o novo Joker se mostra uma pessoa realmente perturbada. Nada como Tonho da Lua ou alguém que ouve vozes, e sim uma mente que tende a ser brilhante no auge de seu desequilíbrio, que consegue provocar à todos ao seu redor sem que sintam a manipulação.
Sendo um personagem que depende muito do visual, este que vai além de roupa, cabelo e maquiagem. Heath acertou em cheio, em tudo. Desde a postura, forma de andar, tom de voz, tiques nervosos e claro na gargalhada - ponto alto do Coringa, principal armadilha do personagem - na qual ele se saiu perfeito.
Como disse no início, não chorei. Não tive tempo, mesmo com o filme durando 2h30min, e as coisas acontecendo com um ritmo bom, sem ser frenético ou lenga-lenga. Não tive tempo, porque todos brilham, cada um no momento certo, da forma certa... seja Ledger, que está genial, mas não chega a roubar o filme para si só, porque tudo se encaixa e cada um tem na tela seu tempo merecido e necessário.
Michael Caine, melhor Alfred de todos os tempos, que leva a relação entre ele e Bruce além da camaradagem serviçal, sendo um amigo/confidente/conselheiro/pai.
Gary Oldman, O Verdadeiro Comissário Gordon. Um homem da lei que usa de todos os artifícios possíveis para combater o crescimento da Máfia sobre Gotham, e acha em Batman a força necessária para continuar sua luta.
Aaron Eckhart, bela transição de Harvey Dent à Duas Caras... provando que mesmo se tendo bom coração, sendo integro a "situação faz o ladrão". Ser humano responde de maneiras diferentes à situações e a linha entre "bem" e "mal" é mais delicada do que as pessoas costumam pensar.
Melhor frase do filme: "I believe whatever doesn't kill you simply makes you... stranger." - The Joker
Como já havia falado no passado, sou portadora da Potter's Fever, mas que ao contrário de outras pessoas no mundo, consegue muito bem elaborar conversas com outros e diversos tipos de assunto. A febre realmente pega quando algum evento relacionado ao Harry se aproxima, como por exemplo o lançamento do novo filme.
Já li todos os livros, por isso toda a ansiedade e expectativa acabam se focando no laçamento dos últimos filmes. Em uma das noites da semana passada ouvi que o trailer de Harry Potter e o Enigma do Príncipe (Harry Potter and The Half-Bloof Prince) já havia sido lançado e mal pude esperar para chegar no trabalho para assistir.
Como sei bem que não sou a única pessoa no mundo que mal consegue esperar para a estréia de o Enigma do Príncipe, fui à um dos sites mais famosos e completos sobre Harry Potter - a ponto de ser usado como fonte de informações para a própria J. K. Rowling na hora de concluir as histórias dos personagens nos livros - , para ver se descobria quantos dias faltam para o filme chegar aos cinemas e descobri. Segundo o MuggleNet, terei de esperar 107 dias para que o longametragem chegue às telonas.
Enquanto isso não acontece, aqui vai o teaser de uma das "últimas" aventuras de Harry, enjoy it!
Elenco: Billy Crudup ... Russell Hammond Frances McDormand ... Elaine Miller Kate Hudson ... Penny Lane Jason Lee ... Jeff Bebe Patrick Fugit ... William Miller
Na minha humilde Quase Famosos é um dos filmes mais inspiradores ever! Demorei anos para assisti-lo, mas a vontade de assistir apareceu desde a primeira vez que vi o making of na televisão. Lembro muito bem quando foi que finalmente sentei a bunda no sofá para assistir. Era uma tarde de sábado, a primeira vez que fui à casa da Luzia, que na época namorava meu pai. O filme foi duramente escolhido entre os inúmeros títulos da dvdteca do Pablo, filho da Luzia, que é repleta de coisas divertidas e interessantes, coisa que pude provar anos mais tarde.
A experiència foi de amor a primeira vista. Os filmes do Cameron Crow realmente mexem comigo. Seja com Singles ou Jerry Maguire, mas Almost Famous ganha deles de longe e reina em absoluto.
A experiência foi tão envolvente que não demorou dois minutos para que eu me sentisse no meio daquela história, onde um garoto de 15 anos vai atrás de música e acaba vivendo coisas incríveis. Tenho que confessar, eu quis ser William Miller! Afinal de contas quem não gostaria de sair de sua vida pacata e mergulhar no mundo do rock, ir para a estrada com "a banda", conhecer lugares, pessoas, viver música e ainda ser pago para contar como foi essa vivência?
Praticamente um sonho! Naquela época pelo menos, quando tudo realmente parecia um sonho. Hoje o cinismo em tudo é tão grande que... bom melhor nem continuar.
O filme acabou e eu chorei em "Tangerine". Fazer o que? Sou chorona mesmo. Depois disso assisti umas milhares de vezes e não adianta, não me canso! Amo de paixão.
Fiz a maior algazarra (adoro gírias antigas) porque iria finalmente sair e mais tarde porque iria assistir o novo e quarto "episódio" da série Indiana Jones. E aconteceu! Assisti há mais de um mês Indiana Jones e O Reino da Caveira de Cristal e fiquei em falta com o blog, então aqui minhas impressões sobre o filme. Saí do cinema com sentimentos contraditórios, mas no fim o lado vencedor foi o positivo.
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull, 2008) Direção: Steven Spielberg Roteiro: David Koepp (para cinema) - George Lucas e Jeff Nathanson
Elenco: Harrison Ford ... Indiana Jones Cate Blanchett ... Col. Dr. Irina Spalko Karen Allen ... Marion Ravenwood Shia LaBeouf ... Mutt Williams Ray Winstone ... George 'Mac' McHale John Hurt ... Professor Harold 'Ox' Oxley
Fazia um certo tempo que não via um filme no cinema, por duas razões... -falta de tempo -falta de dinheiro, porque a entrada de cinema está um roubo! Mas o Indiana merecia.
Bom, o filme... Pensando que temos juntos Steven Spielberg, o "pai" do E.T. e George Lucas "pai" do Luke Skywalker e tudo o que envolve Star Wars, demorou para colocarem algo relacionado a extraterrestres envolvendo a cria de ambos, já que o sobrenatural sempre esteve presente. Talvez por se pensar em terra, poeira e natureza quando temos Indy em mente, mas onde eu realmente achei que eles forçaram a barra foi colocar Henry Jr. como um oficial condecorado do Exército Norte-Americano.
Quer maior propaganda panfletária do que colocar um "herói" do escalão de Indy como parte integrante do exército dos bons-moços, quando os americanos ainda estão em "guerra contra o terror?”
Meu irmão, que viu o filme antes de mim, disse que isso foi para contextualizar o público sobre a época em que a história se passa, coisas de guerra fria e tal. E ainda lembrou o fato de que naquela época quem não era do exercito, era inimigo... Mas vamos pensar direito vai!
Realmente eles usaram diversos artefatos para incluir as histórias no tempo em que elas se passaram. Como os nazistas em Arca Perdida e Última Cruzada, mas alistar Indy no exército só porque a trama se passa durante a Guerra Fria, eu achei que foi apelar. Quer alguém mais free-spirit do que o Indy? Realmente não me entra na cabeça como alguém como ele, professor de faculdade, um cara culto e com espírito aventureiro tão grande pudesse se submeter a fazer coisas pelo exercito. Quer algo mais anti-Indy do que o EXÉRCITO?
Bom, tirando isso até curti o resto, por mais viajado e megalomaníaco que foi. Não tinha como manter a linha dos outros filmes, onde a grandiosidade era em uma escala um pouco mais realista, porque senão o filme não alcançaria os padrões atuais de Hollywood, certo? O lance dos E.T.s pra mim foi o de menos, preferi curtir a trajetória inteira a me focar apenas no resultado final. E ver uma família se descobrindo durante o filme, Henry Jr. se transformando em pai, achei bem divertido. Rever Marion foi muito bom, a melhor mocinha da série ever! E não poderiam ter colocado ninguém melhor do que o Shia para papel de filho. Não estou dizendo isso porque acho ele gatinho, e sim porque ele conseguiu se mostrar um belo herdeiro de Indiana, fazendo de Mutt galã, não muito educado, rebelde - até a página 20, louco por aventuras.
Resumindo, tirando o lado ruim foi bom! Brincadeira! Acho que tendo em visto o passar dos anos, as mudanças ocorridas nesse meio tempo, o filme é bom e merece estar entre os outros da série.
Hoje é o dia! Finalmente eu vou ver o novo Indiana. Quanto tempo que não vou ao cinema, chega a ser até uma vergonha. Feliz ou infelizmente as expectativas estão lá no céu e o único pensamento que tenho é que a combinação entre Indiana Jones, uma aventura e Shia LaBeouf só pode dar certo. Meu irmão, que viu na estréia, não se aguentou muito e contou umas coisinhas. Eu, tapei os ouvidos, cantei la lalá bem alto e fui embora. Fiz questão de ver apenas o trailler e uns trechinho mínimos do making of, bem de leve. Ai ai... Can't hardly wait!
Em homenagem um clipe NADA a ver com o filme... Só porque tenho que me lembrar...
"take a break take some time everything's going to be all right don't you lose it remember to take time out for fun!"
Ser nerd na escola nunca foi a coisa mais "legal" do mundo. Isso provavelmente significa que você não será a pessoa mais popular. Talvéz seja conhecido porque algumas pessoas gostem de te provocar ou façam piada de você...
Mas as coisas mudam e há algum tempo podemos dizer que os NERDS tem se vingado!
Uma prova de que ser nerd hoje é legal está aqui... A banda liderada por Gwen Stefani, No Doubt tocando a "Marcha Imperial" canção "tema" de Darth Vader em Guerra Nas Estrelas (Star Wars, 1977) com um bando de pessoas, isto é, o público indo ao delírio.
Em um momento de lembranças, aqui uma música que marcou a minha infância e provalvemente a sua também.
De Volta Para O Futuro (Back to the Future, 1985) Direção: Robert Zemeckis Roteiro: Robert Zemeckis & Bob Gale
Elenco: Michael J. Fox ... Marty McFly Christopher Lloyd ... Dr. Emmett Brown Lea Thompson ... Lorraine Baines McFly Crispin Glover ... George McFly Thomas F. Wilson ... Biff Tannen Claudia Wells ... Jennifer Parker James Tolkan ... Mr. Strickland
- Curiosidades do filme... - Desde o início do projeto Michael J. Fox foi a primeira escolha para o papel de Marty McFly, mas não tinha tempo em sua agenda por estar na época fazendo a série Family Ties (1982). Então o ator Eric Stoltz foi chamado para interpretar Marty, mas após descordar com o restante do elenco e produção sobre qual era o caminho que o filme deveria seguir, ele foi substituído pelo próprio Michael J. Fox. Fox acertou sua agenda para conciliar ambos trabalhos. Durante as filmagens de De Volta Para o Futuro o ator ia direto das filmagens do seriado para o set do filme e tinha em média de uma ou duas horas de sono por dia. Os horário de filmagem de De Volta Para O Futuro iam das 18h até as 6h da manhã, e as cenas que deveriam ser filmadas durante o dia eram programadas para serem gravadas nos finais de semana.
- Michael J. Fox teve que aprender a andar de skate para fazer o filme.
- Michael J. Fox, (nascido em 09/06/61) é apenas dez dias mais novo que Lea Thompson, atriz que interpreta Lorraine Baines McFly, sua mãe no filme, e é quase três anos mais velho que o ator que faz seu pai, George McFly, Crispin Glover.
- O nome do personagem Emmett vem da palavra "time" (tempo) que soletrado ao contrário e pronunciado em sílabas "em-it".
- Os atores John Lithgow (3rd Rock From The Sun, 96) e Jeff Goldblum (The Lost World: Jurassic Park, 1997) eram algumas das opções para o papel do Dr. Emmett Brown.
- No filme inteiro há apenas 32 efeitos especiais.
- É do músico Mark Campbell a voz de Martin McFly quando canta.
Informações tiradas do site IMDB fotos de divulgação tiradas da internet
OBS: para me ajudar a participar da competição do GAS é só ir para o final deste post e clicar na animação do carro, isso te levará diretamente para o site do festival e meu ponto será computado! * Maiores informações no post blogueira GAS... hum?
Estou tentando guardar "resenhas" de filmes para uma série em particular, falando só sobre cinema, mas como o tempo tem me faltado e eu não tenho conseguido dar a continuidade que gostaria para algumas coisas, vou ser mais ‘imediatista’!
O filme em questão é Mais Estranho Que A Ficção.
Review... Numa manhã que parecia muito como todas outras, Harold Crick, um funcionário da Receita Federal começa a ouvir uma voz feminina que narra sua vida, desde seus pensamentos à ações com detalhes surpreendentes. Sua vida meticulosamente controlada acaba sendo transformada de cabeça para baixo por essa narração que só ele consegue ouvir. Harold descobre que a voz que está ouvindo pertence à uma escritora que está narrando a sua vida. Quando a voz menciona que Harold em breve morrerá ele resolve descobrir quem está escrevendo sua história para persuadi-la a mudar o final.
Com a ajuda do professor de Literatura Jules Hilbert, Harold descobre que a voz em sua cabeça é da escritora Karen 'Kay' Eiffel, um dia considerada uma grande autora que sofre para encontrar um final para o livro que promete ser sua obra-prima. O problema é que ela não consegue achar uma forma de matar seu personagem principal, no caso Harold. O que Kay não imagina é que Crick é real, está vivo e de alguma forma consegue ouvi-la escrevendo sobre sua história. Complicando a situação de ambos, personagem e autora a editora de Kay lhe envia uma assistente, Penny Escher, para força-la a acabar terminar o livro, acabando de uma vez por todas com Harold Crick.
Mais Estranho Que A Ficção (Stranger Than Fiction, 2006) Direção: Marc Forster Roteiro: Zach Helm
Elenco: Will Ferrell ... Harold Crick Dustin Hoffman ... Professor Jules Hilbert Maggie Gyllenhaal ... Ana Pascal Queen Latifah ... Penny Roeder Emma Thompson ... Karen 'Kay' Eiffel
Atuações... Para quem só viu o trailer eu digo... ele não faz jus ao filme. Fui esperando ver Will Ferrell um pouco mais sério do que o normal, mas não estava preparada para o que estava por vir. Mas isso não foi ruim, me surpreendi de verdade em ver ele como um ator 'sério'. Não se engane... adoro ver ele correndo e berrando 'Save me Jesus! Save me Tom Cruise!' e coisas do tipo, mal posso esperar para ver o filme nova, mas é bom variar! Se fosse a responsável pela seleção de atores desse filme, dificilmente pensaria em Will Ferrell para o papel principal, já que o humor do filme é delicado e inteligente o oposto do que o ator costuma mostrar. Mais Estranho Que A Ficção é a prova de que por trás dos ataques costumeiros de Ferrell há um ótimo ator, isto é, ele é mais do que apenas um comediante.
O restante do elenco é incrível. Só tenho o que elogiar cada um. Dos poucos filmes que assisti com Maggie Gyllenhaal normalmente seu papel é bastante similar. Garotas nada convencionais, que no fundo tem um coração mole. Isso pode cansar algumas pessoas quando vão assisti-la, mas digo hoje não há mais nenhuma atriz que me agrade mais fazendo isso. Talvez me identifique de alguma forma, vai saber? Emma Thompson... adoooro! Ela é a vilã mais doce que já vi, encarnação de uma pessoa a beira de um colapso causado por pressões de fontes diversas, lutando com suas últimas forças para retomar as rédeas de sua vida e livro. Dustin Hoffman é um professor que eu adoraria ter tido. E para finalizar Queen Latifah tem uma participação menor do que eu esperava, mas entra na história como um anjo da guarda e carrasco ao mesmo tempo.
Resumindo... O filme fala sobre um livro, que mostra a vida de Harold Crick, uma pessoa regrada e sem emoção. Um cara tão controlado que mesmo vivendo sua rotina diária, seguindo um planejamento não acha seu lugar no mundo. Um cara que vive com medo adaptado ao caos do hoje... um verdadeiro control freak comedido. Que vê sua vida sendo transformada quando vai atrás de uma vida completa para descobrir que antes disso não vivia.
Eu diria... ENVOLVENTE! É quase um suspense, é quase uma comédia romântica, é quase um drama. Por mais absurdo que seja, tem uma coisa que ele é de verdade... HUMANO.
Fatos Curiosos: - Emma Thompson não usou maquiagem no filme.
- O filme que Harold assiste no cinema é O Sentido Da Vida (The Meaning of Life, 1983).
- Durante as filmagens, Will Ferrell usou um 'ponto' no qual ouvia Emma Thompson narrando a história para que os outros atores reagissem mais naturalmente às falas de Ferrell.
- A guitarra escolhida por Harold é uma Fender Stratocaster.
- Quando perguntado sobre o produto de 67 por 453, Harold responde corretamente da primeira vez, dizendo 30351. Sua segunda resposta é 31305 está errada.
- Os sobrenomes de todos personagens e nomes da linha do ônibus e editora são homenagens à grandes matemáticos, cientistas, engenheiros, artistas, etc. (Harold) Francis Crick juntamente com Watson e Wilkins descobriu a estrutura do DNA; (Ana) Blaise Pascal: era francês e foi matemático e filósofo; (Karen) Gustave Eiffel: engenheiro e designer da Torre Eiffel; (Penny) M.C. Escher: artista gráfico holandês; (Professor Jules) David Hilbert: matemático alemão.
Créditos: *fatos curiosos retirados e traduzidos do site imdb *foto grito tirada deste site *pôster tirado do site oficial do filme em português *foto das nuvens tirada deste site
Onde quer que eu vá, as pessoas sempre acabam julgando meus gostos de alguma forma, seja o musical, cinematográfico, gastronômico. Ok, isso não é um "fenômeno" que acontece apenas comigo, mas é fato que não podemos agradar a todos. Para o mundo ser um lugar equilibrado, obviamente existem as pessoas que pensam o contrário. Gente que não tá nem aí para a opinião dos outros. O ruim é aquele tipo de gente que quer impor a opinião delas. Como temos que conviver com pessoas diferentes (afinal o mundo seria um lugarzinho bem tedioso se todos fossemos iguais, certo?) o lance é respeitar! Hoje posso dizer que passei da fase de sentir vergonha (de muitas) das coisas que gosto. Quem me conhece sabe que vivi a “era boyband” intensamente. Sou uma criança que ama desenhos da Disney como A Pequena Sereia, Alladin, A Bela E A Fera, etc até hoje. Adoro ver os famosos "Chick Flicks" (filmes de garotas), como Legalmente Loira (1 & 2) e O Diário de Bridget Jones. Além de filmes adolescentes como American Pie e coisas do tipo. O que posso fazer se eles me divertem?! E foi para falar desse tipo de filme que resolvi postar hoje. Adoro passar algum tempo em casa quando a família está reunida, porque com eles compartilho boa parte desses gostos. Foi com eles que vi o primeiro filme abaixo. Eu já tinha visto o trailer dele, e para falar a verdade não me interessei muito, porque achei que fosse um filme de terror, estilo que não me agrada tanto assim. Mas depois de muita insistência acabei sendo vencida por meus queridos hermanos e resolvi me acomodar bem no sofá para assistir. E não é que eu gostei....
O Pacto (The Covenant, 2006) Direção: Renny Harlin Roteiro: J.S. Cardone
Elenco: Steven Strait ... Caleb Danvers Laura Ramsey ... Sarah Wenham Sebastian Stan ... Chase Collins Taylor Kitsch ... Pogue Parry Chace Crawford ... Tyler Simms Toby Hemingway ... Reid Garwin
O Pacto conta a história de quatro garotos que como descendentes das famílias que fundaram Ipswich (colônia de Massachusetts) por volta de 1600 conhecidos como "Filhos de Ipswich" nasceram com poderes especiais. Ligados pela amizade e pelo pacto de silêncio que seus antepassados fizeram há mais de quatro séculos, eles começam a se preocupar quando o corpo de um jovem é encontrado após uma festa. Depois desse acontecido, segredos começam a ser revelados e coloca em risco o pacto que vem protegendo suas famílias. Uma das coisas que mais gostei é o fato de que são garotos nos papéis principais. Normalmente bruxaria e assuntos sobrenaturais estão sempre ligados à garotas que são de todas as formas possíveis torturadas socialmente por pessoas normais e idiotas. Achei um bom jeito de passar o tempo! Só a cena final achei mesmo meio apelona, mas acho que isso já se tornou uma tradição, né?
No dia seguinte foi a vez de algo mais light...
Garotas Malvadas (Mean Girls, 2004) Diração: Mark Waters Roteiro: Tina Fey
Elenco: Lindsay Lohan ... Cady Heron Rachel McAdams ... Regina George Lacey Chabert ... Gretchen Wieners Amanda Seyfried ... Karen Smith Lizzy Caplan ... Janis Ian Jonathan Bennett ... Aaron Samuels Tina Fey ... Ms. Norbury
Garotas Malvadas conta a história de Cady Heron, adolescente de 15 anos, que começa a freqüentar uma escola pública pela 1a. vez. Criada na África por seus pais zoólogos, Cady foi educada em casa e acaba descobrindo quão complicada pode ser a vida de uma pessoa nova em um colégio nos Estados Unidos. Hierarquia de popularidade e os perigos que uma língua afiada pode lhe trazer. Com direito a vingancinhas e tramas entre garotas que em um ponto ou outro da vida você já chegou a considerar. Bom, eu pelo menos fiz... sem levar a diante, claro! O elenco de comediantes do Saturday Night Live ajuda a história ser mais engraçadinha. Tenho que admitir ser fã da Tina Fey. Resumindo, o filme me fez rir e como era isso mesmo que eu estava esperando, pra mim isto é que importa.
* este post estava programado para ser colocado no ar semana passada! oops...
Bom, por enquanto as coisas vão ficar assim mesmo! O tempo tá curto, a dor de cabeça tá grande e daqui a pouco vou testar o meu inglês. Realmente queria que esse blog ficasse mais com a minha cara, mas ainda não consigo visualiza-lo direito. Tá tudo meio blurry! Mas acho que consegui deixar com um jeito mais meu. Vamos ver por quanto tempo esse esquema de cores dura, né? Como a pessoa responsável pelas fotos do Pic-Nic não me mandou nada, o post vai ter que esperar mais um pouco! Por enquanto uma dica. O filme do fim de semana foi: