Mostrando postagens com marcador entretenimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador entretenimento. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

ryan gosling… ahhh

Empolgada porque assisti semana passada Diário de uma Paixão (The Notebook, 2004) fiquei pensando sobre o que eu acho de Ryan Gosling... então minha irmã me mostrou esse vídeo, e concluí que estas são as minhas impressões dele...

Talentoso, bonito, inteligente, simpático, engraçado e dança salsa...
Duvida? Vê o vídeo...

E me pergunto, será que ele é perfeito?
Não pode ser! Provavelmente ele deixa o acento da privada levantado. (Comentário costumeiro de mulher com dor de cotovelo! Fazer o que?)
Esperando pacientemente para ver Um Crime de Mestre (Fracture, 2007) e Half Nelson (2006)


ps: não é qualquer um que consegue deixar a Ellen sem graça, como ele conseguiu!

sábado, 23 de agosto de 2008

she kissed a girl...

Depois de um post bastante “pertubador”… entretenimento!


Após cantar para os quatro ventos que beijou uma garota e curtiu, Katy Perry mostra que também tem sentimentos.


Ok vai, mesmo contando com muito pop dançante, seu disco de estréia One Of The Boys - que sai aqui no Brasil só no mês que vem - traz também baladinhas. E nada melhor do que baladinhas para equilibrar meu mundo. Afinal, Paula não é Paula se não tiver dança, fúria e balada na vida…claro que as doses de cada gênero vão de acordo com o humor.


Beleza, “I’ve Kissed A Girl” já torrou a paciência ou você nem curtiu… Dá uma chance pra essa música que você pode gostar. E uma curiosidade, Katy que hoje tem 23 anos, deu início à sua vida musical aos 15 anos e adivinhem o que ela cantava??? Música gospel… Por isso o ditado… esse mundo dá voltas!


Katy Perry - “Thinking Of You”



letra aqui
warning: esse vídeo é meio chocante para o que se espera de uma balada

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

why are you wearing that stupid man suit?

DONNIE DARKO

Toda a vez que eu vi esse filme terminei me sentindo estranha. Uma mistura de sentimentos incomoda e desesperadora. Pode parecer simples drama, mas nenhum filme me deixou assim antes. É engraçado, porque sinto como se não tivesse entendido nem um décimo dele e mesmo assim ele me fez chorar de uma forma que eu nunca tinha antes. Faz alguns anos que o vi e revi. Foram experiências seguidas, e desde então ele se mantém lá no fundo da minha consciência me lembrando que existe e que tenho de ver de novo, mas ao mesmo tempo em que sinto uma vontade enorme de fazer isso, o medo me afasta. Nunca fiquei descontrolada (sim, é uma palavra forte, mas é a certa) por conta de um filme e é bem estranho contar isso, porque ao mesmo tempo em que escrevo, vou lendo cada palavra e elas não fazem parecer que o que estou dizendo é verdade. Mas realmente é! O filme tem suas complicações, idéias que unem filosofia e física. Fala de teorias sobre viagem no tempo ao mesmo tempo em que tudo te leva a pensar que Donnie simplesmente é louco.


Até hoje não sei explicar minha reação ao filme. Talvez tenha de ver mais mil vezes para chegar perto de entender o que ele fez comigo, mas ainda me falta coragem. Não só coragem de entender o que realmente ele fez comigo, mas talvez coragem de ver que o fator nunca foi o filme em si, e sim a junção dele e do momento que eu estava vivendo na época que me fez reagir daquela maneira.



Sei lá, já indiquei ele à outras pessoas, conversei com quem assistiu e ninguém de perto sentiu o mesmo que eu. Vai ver que eu que estou ficando louca...
Uma coisa eu tenho certeza, "Killing Moon" do Echo & The Bunnymen nunca mais foi a mesma depois de Donnie Darko. Na verdade, após ver e ouvir o filme - porque a trilha dele é extremamente importante - passei a ouvir cada uma das canções que compõe a trilha de um jeito novo.


E é pelo fato de ter mexido tanto comigo, independente de eu sentir que não entendi nada, que acho esse filme FODA!




Imagens retiradas da Internet

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

nova mania...

Há algum tempo que o Orkut não proporciona "grandes" reencontros ou momentos divertidos. Mesmo assim, me recuso a desencanar por conta do contato que tenho com pessoas que não falo sempre... sei lá.
Meu MySpace serve apenas para eu conhecer bandas novas e mesmo assim acabei entrando em outra dessas grandes redes de relacionamento. Faz um tempinho que me inscrevi ao Facebook, depois de receber inumeros convites. Mas foi só ontem que comecei a achar graça nesse negócio.

A primeira vista ele me pareceu complicado demais, muitos aplicativos, ficava perdida sem saber o que está aonde... Até que minha irmã me falou sobre o Social Me, que é nada mais, nada menos que um aplicativo onde você se inscreve e pessoas (também inscritas) te classificam, por assim dizer...

Ok, me rendo... é realmente uma idéia bem da tonta, mas me divertiu muito ontem. É uma forma de se descobrir pessoas bizarras, falar com outras que não parecem tão ruins assim, e de um jeito ou de outro receber massaginha no ego. Ainda mais tendo o fato de que meu SCORE, marcado em um dia e pouquinho está em mais de 38 mil pontos...

Piadinha interna...É Dani, você achou que tinha ganho porque um cara te mandou um HOT, mas meu "ibope" tá mais alto que o teu, hein?!

E Manu, SORRY por ontem. Sei que fiquei entretida demais com esse negócio, mas "pó de chá" que logo logo isso passa...

quinta-feira, 17 de julho de 2008

para me maravilhar...que seja arte


música, música
música, música


Não vou entrar na discussão do que É e do que NÃO É ARTE, porque isso nunca leva a nada, as opiniões se divergem, gritam cada vez mais alto e só me confundem.

Vim só para falar de como eu acredito que o mundo é movido pelo que é belo, porque em 99,9% das vezes é isso que nos inspira. E quando digo belo tenho em mente o ditado "A beleza está nos olhos de quem vê", o qual prefiro muito mais proferido em inglês, simplesmente por achar que soa mais bonito... "The beauty is in the eye of the beholder".

Nasci cercada de arte. Tendo pais arteiros, musicais, que também pintavam e desenhavam, inventavam, expulpiam e deixavam que eu participasse de tudo. Não só pais como família, já que em todos os lugares aonde eu ia, casa de vó, tia, eu tinha um KIT preparado com folhas em branco e algo para colorir. Tenho em casa pastas e pastas com "desenhos" feitos por mim e irmãos desde o momento em que conseguimos segurar pela primeira vez uma caneta, lápis ou pincel.

Cada um de nós três abraçou esse amor por de uma forma. Transformei a música em parte de mim, enquanto o Dani desenha e a Cau, por ser nossa "cria", flerta com os dois descaradamente. Não toco nenhum instrumento, forte frustração, por ser sem-vergonha e deixar o violão encostado ao invés de treinar. E não canto mais porque... ah, sei lá porque, acho que me falta beleza na vida, inspiração divina, se pá tesão mesmo! E isso me faz uma falta danada!

Mas entre o mundo do belo, outra arte que vem me envolvendo há algum tempo é a fotografia. Estou há milhões de milhas de me chamar fotógrafa e faz anos que fiz meu mini-curso de fotografia, mas me dê uma máquina na mão para eu ter atividade por horas. Aí você verá uma criança feliz! Ainda mais se estiver ao ar livre.

Não sei se são os genes orientais que me dominam quando tenho em mãos uma câmara, mas nesse momento ao invés de esquecer do mundo me sinto muito mais consciente de tudo ao meu redor. E ter a possibilidade de transformar tudo, desde a coisa mais corriqueira em beleza, é algo LINDO.

Post em homenagem aos planos do final de semana, que se Deus quiser vai ser muito frutífero!


três momentos distintos

quarta-feira, 16 de julho de 2008

um ser perdido

Um dos exemplos mais recentes de que genialidade não significa inteligência, com vocês, Senhoras e Senhores Travis Meeks e seu Days Of The New.

Tendo pai músico, Travis aprendeu a tocar quando tinha apenas nove anos de idade e sete anos mais tarde formou o Days Of The New, banda com a qual conheceria da noite para o dia o que é fama, sucesso, dinheiro... chegando ao "topo" do mundo e pouco tempo depois levando um belo tombo do qual ainda não parece ter de recuperado. Dependente de droga desde então, Travis foi até foco de um reality show do canal A&E Mundo, que mostrou a luta de sua família para livra-lo da droga, no caso "crystal meth" - em português metanfetamina.

Presente em minha vida desde a primeira vez que ouvi "Touch, Peel and Stand", ouvir Days Of The New é algo enriquecedor, é como se fosse preenchedor de alma. Afinal é o que eu sinto vindo de Travis, seja tocando violão ou nos vocais... muita alma.

E uma pergunta martela na minha cabeça... Ser dono de um DOM te transforma em um ser "desequilibrado"?

Aqui um dos bons frutos de Travis...


Letra de The Downtown aqui

segunda-feira, 14 de julho de 2008

pra constar


Fiz a maior algazarra (adoro gírias antigas) porque iria finalmente sair e mais tarde porque iria assistir o novo e quarto "episódio" da série Indiana Jones.
E aconteceu!
Assisti há mais de um mês Indiana Jones e O Reino da Caveira de Cristal e fiquei em falta com o blog, então aqui minhas impressões sobre o filme.
Saí do cinema com sentimentos contraditórios, mas no fim o lado vencedor foi o positivo.






Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal
(Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull, 2008)
Direção: Steven Spielberg
Roteiro: David Koepp (para cinema)
- George Lucas e Jeff Nathanson

Elenco:
Harrison Ford ... Indiana Jones
Cate Blanchett ... Col. Dr. Irina Spalko
Karen Allen ... Marion Ravenwood
Shia LaBeouf ... Mutt Williams
Ray Winstone ... George 'Mac' McHale
John Hurt ... Professor Harold 'Ox' Oxley


Fazia um certo tempo que não via um filme no cinema, por duas razões...
-falta de tempo
-falta de dinheiro, porque a entrada de cinema está um roubo!
Mas o Indiana merecia.

Bom, o filme... Pensando que temos juntos Steven Spielberg, o "pai" do E.T. e George Lucas "pai" do Luke Skywalker e tudo o que envolve Star Wars, demorou para colocarem algo relacionado a extraterrestres envolvendo a cria de ambos, já que o sobrenatural sempre esteve presente. Talvez por se pensar em terra, poeira e natureza quando temos Indy em mente, mas onde eu realmente achei que eles forçaram a barra foi colocar Henry Jr. como um oficial condecorado do Exército Norte-Americano.

Quer maior propaganda panfletária do que colocar um "herói" do escalão de Indy como parte integrante do exército dos bons-moços, quando os americanos ainda estão em "guerra contra o terror?”

Meu irmão, que viu o filme antes de mim, disse que isso foi para contextualizar o público sobre a época em que a história se passa, coisas de guerra fria e tal. E ainda lembrou o fato de que naquela época quem não era do exercito, era inimigo... Mas vamos pensar direito vai!

Realmente eles usaram diversos artefatos para incluir as histórias no tempo em que elas se passaram. Como os nazistas em Arca Perdida e Última Cruzada, mas alistar Indy no exército só porque a trama se passa durante a Guerra Fria, eu achei que foi apelar. Quer alguém mais free-spirit do que o Indy? Realmente não me entra na cabeça como alguém como ele, professor de faculdade, um cara culto e com espírito aventureiro tão grande pudesse se submeter a fazer coisas pelo exercito. Quer algo mais anti-Indy do que o EXÉRCITO?


Bom, tirando isso até curti o resto, por mais viajado e megalomaníaco que foi. Não tinha como manter a linha dos outros filmes, onde a grandiosidade era em uma escala um pouco mais realista, porque senão o filme não alcançaria os padrões atuais de Hollywood, certo?
O lance dos E.T.s pra mim foi o de menos, preferi curtir a trajetória inteira a me focar apenas no resultado final. E ver uma família se descobrindo durante o filme, Henry Jr. se transformando em pai, achei bem divertido. Rever Marion foi muito bom, a melhor mocinha da série ever! E não poderiam ter colocado ninguém melhor do que o Shia para papel de filho. Não estou dizendo isso porque acho ele gatinho, e sim porque ele conseguiu se mostrar um belo herdeiro de Indiana, fazendo de Mutt galã, não muito educado, rebelde - até a página 20, louco por aventuras.

Resumindo, tirando o lado ruim foi bom!
Brincadeira! Acho que tendo em visto o passar dos anos, as mudanças ocorridas nesse meio tempo, o filme é bom e merece estar entre os outros da série.


Dupla Fantástica - Shia & Harrison

terça-feira, 11 de setembro de 2007

show time...

Provavelmente eu não fui a única pessoa que foi ao GAS para ver os melhores nomes do nosso skate se apresentar. A multidão que se aglomerou junto ao half desde o ínicio da tarde era bem grande, mas já foi o tempo em que eu ficava horas esperando em para ver tudo de perto. Afinal isso não existe no Brasil, além de você passar horas na espera tem sempre espertinhos que chegam 5 minutos antes da grande atração e querem ir ver tudo lá na frente. Como o meu saco anda na lua com esse tipo de situação, prefiro ficar relax na minha e ai vejo o que dá.


Bob Burnquist

Durante a espera vi de pertinho o Sandro Dias "escondido" por um bolo de gente que queria foto, autografo. Por mais que eu seja aficionada pelo assunto, não tenho cara para ir atrás de alguém que admiro, digamos que meus dias de tiete passaram. Talvez seja a bendita timidez, companheira de anos, ou quem sabe o lado "profissional". Seja o motivo que for, passei reto.
Depois de uma tarde de sol, cheia de expectativa chegou o momento. Mesmo o fato do meu tamanho não ter contribuído com a ocasião fazendo com que eu não tenha visto 100% saí de lá satisfeita. O fato de ver aquelas quatro pessoas (Bob Burnquist, Cristiano Mateus, Lincoln Ueda e Sandro Dias) fazendo coisas incríveis em cima de um pedaço de madeira com rodinhas AO VIVO fez o meu dia.


Lincoln Ueda

Apresentações single, em dupla seja como foi... todos mandaram muito. O resultado foi uma Paula rouca, mas tudo bem porque rouquidão passa rápido, e feliz porque foi animau!
Saí de lá quebrada, parecendo uma velinha, morrendo de dor nas costas, mas tudo valeu muito a pena!





DUPLA: Cristiano Mateus (camiseta branca) e Sandro Dias (camiseta preta)



*créditos:
Fotos dos quatro caras mais f... do nosso skate tiradas do site do
GAS

GAS

Com um São Pedro bem bondoso tivemos o segundo sábado de sol seguido, o que fez com que o dia servisse de cenário perfeito para um dia de música e esporte. A real razão que me fez comparecer foram os nomes do skate que iriam se apresentar, afinal a vontade de ver ao vivo Bob Burnquist, Cristiano Mateus, Lincoln Ueda e Sandro Dias sempre existiu, mas por forças maiores eu nunca tinha conseguido saciar essa vontade. Depois de conseguir companhia, tudo estava pronto!
Cheguei cedo e sai pra conhecer o lugar. Já tinha ouvido falar de alguns eventos que aconteceram na Chácara do Jockey, mas não conhecia o lugar. Além disso tive que me situar por conta do grande número de atrações.
Subi e desci ladeira e tive que esperar bastante já que a demo do skate estava marcado para as 18:30. Dentre as bandas independentes que se apresentaram a que eu mais gostei foi Coquetel Acapulco, grupo do Rio de Janeiro que tocou um skazinhu que combinou com o dia. Pena que nesse horário o sol tava pegando forte.
Antes da grande atração teve a apresentação do Forgotten Boys, mas que acabei pegando no final já incrivelmente os horários estavam um pouco adiantados.


Foi então que Fabíola da Silva entrou no half-pipe acompanhada de alguns convidados com quem dividiu o espaço em cerca de meia hora de apresentação. Por mais que dentre xtreme sports o skate é o meu favorito, não tem como se negar que ela manda muito! Afinal de contas é a única garota que competia com os homens por não terem outras meninas "a sua altura"!

foto tiradas do site do GAS

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

o show...

Demoro para eu falar sobre o show...

Depois de dias de clima louco - afinal estamos em São Paulo, cidade cosmopolita que passa por todas as estações do ano diariamente, né? - o sábado amanheceu bonito, com solzinho que na metade do dia torrou a cabeça de quem estava na rua.
A anciedade por conta do show me atacou de tarde. Finalmente tinha chegado o dia em que iria ver The Donnas ao vivo. E isso me remetia ao fato de que a Björk também virá para cá esse ano, são tantas emoções que eu não conseguia sossegar.
O calor foi dando espaço para o tempo fresco, uma brisa suave apareceu e o clima ficou perfeito para um showzinho de rock.

Fui ao pela primeira vez e não esperava a fila que estava do lado de fora, pessoas listradas por todos os lados. Que bom que o lugar é maior do que eu imaginava. Entrei logo e o show de abertura começou. Foi legal para ir me familiarizando com o espaço.

Depois de uma conversa sobre encontrar pessoas conhecidas e achar que isso não ia acontecer aquela noite o destino fez uma surpresinha. Vi um perfil único passando por mim indo em direção ao palco. Depois de quatro anos falando com o Gustavo pela internet, alguns desencontros e até pessoas em comum, finalmente o grande encontro acontece e totalmente sem querer. A timidez quase me fez ficar quieta no meu canto, mas o puxão de orelha me fez ir atrás dele e comprimentar meu amigo virtual, trazendo ele para o meu mundo real. Uma experiência nova e bem divertida.

Pouco depois das 9 horas as quatro meninas de Palo Alto, California, subiram no palco e ai já era. Em uma hora de show elas me provaram definitivamente that GIRLS CAN ROCK HARD e ainda serem uns amores. Falando em português Brett (vocalista) agradeceu a todos e perguntou se estávamos gostando. Tocadas com o carinho dos fãs brasileiros elas ainda prometeram que voltaram ano que vem.
Eu fico na expectativa, fazendo figuinhas, porque esse foi um dos melhores shows da minha vida. Não rolou briga entre o público (empurra, empurra me estressa profundamente!), mesmo com o meu um metro e meio vi quase tudo e ainda não sabendo todas as músicas de cor não tinha como não se deixar levar.
Resumindo, elas são tão f... que sem pensar pulei e muito em "Take It Off", canção que fechou o show!!!

Sai de lá morta, mas feliz da vida!!!
The Donnas ROCKS e quando vierem de novo, to lá!

montagem feita por mim - fotos retiradas do site da uol

obs: para ver melhor as fotos, clique em cima!

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

FILME DA SEMANA...PASSADA!

OBS: para me ajudar a participar da competição do GAS é só ir para o final deste post e clicar na animação do carro, isso te levará diretamente para o site do festival e meu ponto será computado!
* Maiores informações no post blogueira GAS... hum?


Estou tentando guardar "resenhas" de filmes para uma série em particular, falando só sobre cinema, mas como o tempo tem me faltado e eu não tenho conseguido dar a continuidade que gostaria para algumas coisas, vou ser mais ‘imediatista’!

O filme em questão é Mais Estranho Que A Ficção.

Review...
Numa manhã que parecia muito como todas outras, Harold Crick, um funcionário da Receita Federal começa a ouvir uma voz feminina que narra sua vida, desde seus pensamentos à ações com detalhes surpreendentes. Sua vida meticulosamente controlada acaba sendo transformada de cabeça para baixo por essa narração que só ele consegue ouvir. Harold descobre que a voz que está ouvindo pertence à uma escritora que está narrando a sua vida. Quando a voz menciona que Harold em breve morrerá ele resolve descobrir quem está escrevendo sua história para persuadi-la a mudar o final.

Com a ajuda do professor de Literatura Jules Hilbert, Harold descobre que a voz em sua cabeça é da escritora Karen 'Kay' Eiffel, um dia considerada uma grande autora que sofre para encontrar um final para o livro que promete ser sua obra-prima. O problema é que ela não consegue achar uma forma de matar seu personagem principal, no caso Harold. O que Kay não imagina é que Crick é real, está vivo e de alguma forma consegue ouvi-la escrevendo sobre sua história. Complicando a situação de ambos, personagem e autora a editora de Kay lhe envia uma assistente, Penny Escher, para força-la a acabar terminar o livro, acabando de uma vez por todas com Harold Crick.



Mais Estranho Que A Ficção
(Stranger Than Fiction, 2006)
Direção: Marc Forster
Roteiro: Zach Helm

Elenco:
Will Ferrell ... Harold Crick
Dustin Hoffman ... Professor Jules Hilbert
Maggie Gyllenhaal ... Ana Pascal
Queen Latifah ... Penny Roeder
Emma Thompson ... Karen 'Kay' Eiffel




Atuações...
Para quem só viu o trailer eu digo... ele não faz jus ao filme.
Fui esperando ver Will Ferrell um pouco mais sério do que o normal, mas não estava preparada para o que estava por vir. Mas isso não foi ruim, me surpreendi de verdade em ver ele como um ator 'sério'. Não se engane... adoro ver ele correndo e berrando 'Save me Jesus! Save me Tom Cruise!' e coisas do tipo, mal posso esperar para ver o filme nova, mas é bom variar!
Se fosse a responsável pela seleção de atores desse filme, dificilmente pensaria em Will Ferrell para o papel principal, já que o humor do filme é delicado e inteligente o oposto do que o ator costuma mostrar. Mais Estranho Que A Ficção é a prova de que por trás dos ataques costumeiros de Ferrell há um ótimo ator, isto é, ele é mais do que apenas um comediante.

O restante do elenco é incrível. Só tenho o que elogiar cada um. Dos poucos filmes que assisti com Maggie Gyllenhaal normalmente seu papel é bastante similar. Garotas nada convencionais, que no fundo tem um coração mole. Isso pode cansar algumas pessoas quando vão assisti-la, mas digo hoje não há mais nenhuma atriz que me agrade mais fazendo isso. Talvez me identifique de alguma forma, vai saber?
Emma Thompson... adoooro! Ela é a vilã mais doce que já vi, encarnação de uma pessoa a beira de um colapso causado por pressões de fontes diversas, lutando com suas últimas forças para retomar as rédeas de sua vida e livro.
Dustin Hoffman é um professor que eu adoraria ter tido.
E para finalizar Queen Latifah tem uma participação menor do que eu esperava, mas entra na história como um anjo da guarda e carrasco ao mesmo tempo.

Resumindo...
O filme fala sobre um livro, que mostra a vida de Harold Crick, uma pessoa regrada e sem emoção. Um cara tão controlado que mesmo vivendo sua rotina diária, seguindo um planejamento não acha seu lugar no mundo. Um cara que vive com medo adaptado ao caos do hoje... um verdadeiro control freak comedido. Que vê sua vida sendo transformada quando vai atrás de uma vida completa para descobrir que antes disso não vivia.

Eu diria... ENVOLVENTE!
É quase um suspense, é quase uma comédia romântica, é quase um drama. Por mais absurdo que seja, tem uma coisa que ele é de verdade... HUMANO.




Fatos Curiosos:
- Emma Thompson não usou maquiagem no filme.

- O filme que Harold assiste no cinema é O Sentido Da Vida (The Meaning of Life, 1983).

- Durante as filmagens, Will Ferrell usou um 'ponto' no qual ouvia Emma Thompson narrando a história para que os outros atores reagissem mais naturalmente às falas de Ferrell.

- A guitarra escolhida por Harold é uma Fender Stratocaster.

- Quando perguntado sobre o produto de 67 por 453, Harold responde corretamente da primeira vez, dizendo 30351. Sua segunda resposta é 31305 está errada.

- Os sobrenomes de todos personagens e nomes da linha do ônibus e editora são homenagens à grandes matemáticos, cientistas, engenheiros, artistas, etc. (Harold) Francis Crick juntamente com Watson e Wilkins descobriu a estrutura do DNA; (Ana) Blaise Pascal: era francês e foi matemático e filósofo; (Karen) Gustave Eiffel: engenheiro e designer da Torre Eiffel; (Penny) M.C. Escher: artista gráfico holandês; (Professor Jules) David Hilbert: matemático alemão.

Créditos:
*fatos curiosos retirados e traduzidos do site imdb
*foto grito tirada deste site
*pôster tirado do site oficial do filme em português
*foto das nuvens tirada deste site

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

blogueira GAS... hum?

A partir de hoje sou uma BLOGUEIRA GAS!!!

Vou explicar rapidinho o que é isso...
BLOGUEIRA GAS = Pessoa que possui um Blog e que o inscreveu no concurso ligado ao GAS.

Bob Burnquist (1)




GAS...
Dia 1º de setembro de 2007, o Guaraná Antarctica realizará o GAS - Guaraná Antarctica Street Festival. O evento vai juntar coisas bem legais como shows (Forgotten Boys, Hateen, etc) e x-treme sports - skate, in-line e bmx trial - com a presença de nomes como: Bob Burnquist, Cristiano Mateus, Lincoln Ueda, Sandro Dias, Fabíola da Silva, entre outros - só gente muito boa! E ter a oportunidade de ver eles aqui, ao vivo.... sem palavras!

Para conferir mais sobre o GAS...
é só clicar na TAG (link com imagem do carro andando - que vai direto com o site do festival que estará até o dia do festival no final de todos os posts do blog)!

Sandro Dias


O concurso...
Sendo uma BLOGUEIRA GAS concorro a:
- uma credencial de acesso ao backstage
- 10 ingressos
- uma camiseta exclusiva Blogueiro GAS.

Mas para conseguir isso preciso de uma ajudinha sua. Somente se meu blog ficar entre os 5 que levarem mais usuários ao site do Festival eu ganho tudo isso e posso dividir com outras pessoas, né?!



O que VOCÊ tem que fazer?
Me ajudar a participar é bem fácil e super rápido.
Você visita meu blog diariamente, clica na TAG e pronto. Ela vai te mandar direito pro site do evento e isso computa um ponto para o meu blog.



Bob Burnquist (2)




*foto Bob Burnquist (1) tirada deste site
*foto Bob Burnquist (2) tirada deste site
*foto Sandro Dias tirada deste site

sexta-feira, 27 de julho de 2007

i can't resist to a SEX PISTOL !


O papo foi breve, mas bom! Afirmando minha teoria, pessoas de muito sucesso são as mais educadas, a ponto de falarem pouquinho e você não ficar bravo, sabendo que vai ter que fazer o texto render.
Uma doçura de pessoa que merece respeito e mesmo tendo feito parte de um dos grandes nomes da música no século XX é totalmente pé no chão! Ou como ele mesmo disse: "If I was gonna wake up everyday living in the past and thinking how important Sex Pistols was I would have a big head!"

Ele veio pra tocar, mas dessa vez como DJ... quer conferir?

O HOMI VAI ESTAR LÁ...

Onde: Clash Club - Rua Barra Funda, 969, Barra Funda
Tel: (11) 3661-1500
Quando: 28/07 - Sábado , a partir das 23h
Quanto: mulheres vip até até 1h (isto é, na faixa!)
R$ 25 (c/ flyer ou nome na lista) e R$ 30 (sem lista)

*foto tirada deste site

terça-feira, 5 de junho de 2007

entretenimento - part.1

Pode-se dizer que sou viciada em entretenimento.
Ao contrário do que o meu trabalho possa "dizer" por mim, não me interesso só por música. Mas hoje é sobre ela que eu vou falar...
Com a popularização da internet acho que me tornei mais preguiçosa quando se fala em leitura impressa. Meu apetite voraz se limitou a livros e por "respirar" música o dia todo (coisa que muita gente sonha com!) fez com que a minha paixão fosse deixada em banho-maria. Por isso me apego ao ditado que diz: "Há males que vem pra bem!" O tempo em que fiquei de molho me ajudou a voltar as boas com a música e para a minha felicidade minha paixão pelo mundo musical renasceu.
Aponto a velocidade com a qual tudo acontece hoje em dia como um dos culpados pelo meu descontento. Ás vezes penso... pra que ir atrás de algo que hoje é aclamado, se amanhã já vai ser chato? A superexposição e superficialidade dos fatores que envolvem cada música hoje me incomodam muito. Uma coisa é você se apaixonar por uma canção, baixa-la na internet ou comprar o CD e ficar tocando ela sem parar. Outra bem diferente é ouvir/ver uma música que você achou legalzinha ou nem gostou de 5 em 5 minutos na rádio/tv. Vamos combinar que isso é um saco!
Meu ano de cama me deu ao menos tempo para poder prestar atenção em coisas que eu estava deixando passar por me sentir obrigada a ouvir, escrever e passar pra próxima!

A descoberta...
Admito que ao 1o. olhar achei mesmo o nome da banda bem tonto e ri da cara deles. Pensei... "What the hell?"
É pop, dramático (mas não é emo!) e cheio de frescura, mas quer saber? Eu gosto!
Praticamente decorei o A Fever You Can't Sweat Out em uma tarde. Aceito que eles criam o equilíbrio que eu estava procurando em meu gosto musical. Depois de ouvir garotas quando estou meio pra baixo e liberar meus demônios, extravasar a raiva com muito rock... o pop vem pra me ajudar a arrumar o quarto e cantar no chuveiro.

A banda...

Panic! At The Disco

Formada:
2005, Las Vegas, Nevada, USA

Integrantes:
Brendon Urie - vocals, guitarra, teclado, piano, accordeon, orgão
Ryan Ross - guitarra, vocals, teclado, piano, accordeon, orgão
Jon Walker - baixo
Spencer Smith - bateria, percussão

CD: A Fever You Can't Sweat Out

Tipo de som: pop, techno, rock

Músicas conhecidas: "I Write Sins, Not Tragedy" e "But It's Better If You Do"

Indicação: "Lying Is the Most Fun a Girl Can Have Without Taking Her Clothes Off", "Camisado" e "Build God, Then We'll Talk"


Os integrantes da banda afirmam que se basearam no filme Moulin Rouge quando resolveram se dedicar a esse disco, que por sinal é o primeiro deles. E isso não é difícil de se perceber já que todas as músicas são diferentes entre si, mas tem o mesmo clima de cabaré e isso se torna mais óbvio com o visual dos clipes.


foto tirada deste site

segunda-feira, 4 de junho de 2007

a música do momento...

Como tudo na vida passa... as músicas também passam, mas algumas marcam a nossa história como falei em um post que também passou. E uma das coisas que eu mais gosto é dessa possibilidade que a música nos dá. Comigo isso funciona como uma máquina do tempo, trazendo coisas que eu sentia em uma certa época e também saudades de outras. Lembrar é bom.

A música do meu momento começou a tocar faz pouco tempo e incrívelmente já me trás algumas lembranças. Mas só vou poder falar melhor disso daqui a algum tempo...
Agora só posso dizer que ela faz você querer mexer o esqueleto!
Vê o vídeo e me diz o que achou!

terça-feira, 22 de maio de 2007

canção - tema...

Há alguns anos atrás eu era mais viciada em séries de tv do que hoje. Uma das quais eu sinto falta tinha muitos advogados. A personagem principal era uma moça sonhadora que tinha a incrível habilidade de cometer gafes monstruosas e se colocar em situações pra lá de embaraçosas capazes de deixar quem está em casa tão envergonhando quanto se estivesse presente! Ally McBeal era bem divertida no início. Boba e viajante (no sentido de sonhar acordada!), uma personagem com a qual eu me identificaria em algum ponto da vida e foi o que aconteceu na época, no caso, em 97!
Ela gostava de um cara e eu também! Nenhuma das duas era correspondida o que nos unia de certa forma! E em um dos episódios o conceito de canção-tema (Theme Of Life) foi apresentado.
Canção-tema: música que te faz sentir bem em qualquer momento da vida. Te faz levantar a cabeça em um dia ruim, te faz cantar junto em um fim de tarde e berrar durante um show.
Percebi que a idéia era legal, mas o problema era achar uma...

Pensei em várias, sempre levando em consideração o artista/banda, melodias, significado do momento no qual conheci a música, porque a dificuldade de achar uma letra que se encaixasse exatamente o que eu precisava era mais difícil que tudo isso junto.

Não desisti, deixei isso como um projeto guardado na gaveta, mas não esquecido! Cinco anos se passaram até eu conseguir achar a minha!
2002 foi um ano significativo em minha vida e foi durante ele que achei a minha canção - tema. E o melhor é que pra mim ela é completa. A letra diz o que eu buscava, eu amo a banda que a escreveu e o momento em que eu a conheci marcou a minha vida.

Quem conhece bem meu gosto musical provavelmente sabe de que música eu tô falando.


"Drive" - Incubus

Não vou encher o saco colocando a letra toda... quem tiver alguma curiosidade é só clicar aqui
Só vou colocar um pedacinho traduzido...

"o que o amanhã trouxer,
vou encarar de braços e olhos abertos"




Hoje espero bravamente pelo show deles! Mas pra que a anciedade? Outubro tá logo ai! Só vai ser um crime eles não tocarem essa. Melhor nem pensar nisso, pra não zicar. Relembrando um post antigo... toc-toc-toc (bate na madeira).

Tenho uma lista imensa de músicas que não são temas oficiais, mas me lembram de épocas diferentes da minha vida... ai em baixo você tem duas delas, com fotinhos que correspondem bem o que cada uma me passa...




* "Walkin'On Sunshine" - Katrina And The Waves





* "Dancing With Myself" - The Donnas




obs: para abrir uma página com as letras das músicas é só clicar nos asteriscos ao lado dos nomes das canções!

fotos retiradas de:
dançando
sol

Quem Vai? Você Vai?


Mês que vem tem show da Lauryn Hill aqui em São Paulo.
Ela vai se apresentar no Tom Brasil Nações Unidas no dia 14 de junho, às 22h. Os ingressos para a pista custam R$ 200 e camarote tá R$380. O preço tá salgado, mas queria saber... alguém vai?
Se for, me avisa... porque estou procurando companhia...

Maiores informações sobre o show... vai no site: Tom Brasil
Sobre a Lauryn Hill clique aqui!

sexta-feira, 27 de abril de 2007

bom ou mau, gosto é gosto...

Onde quer que eu vá, as pessoas sempre acabam julgando meus gostos de alguma forma, seja o musical, cinematográfico, gastronômico. Ok, isso não é um "fenômeno" que acontece apenas comigo, mas é fato que não podemos agradar a todos. Para o mundo ser um lugar equilibrado, obviamente existem as pessoas que pensam o contrário. Gente que não tá nem aí para a opinião dos outros. O ruim é aquele tipo de gente que quer impor a opinião delas. Como temos que conviver com pessoas diferentes (afinal o mundo seria um lugarzinho bem tedioso se todos fossemos iguais, certo?) o lance é respeitar!
Hoje posso dizer que passei da fase de sentir vergonha (de muitas) das coisas que gosto. Quem me conhece sabe que vivi a “era boyband” intensamente. Sou uma criança que ama desenhos da Disney como A Pequena Sereia, Alladin, A Bela E A Fera, etc até hoje. Adoro ver os famosos "Chick Flicks" (filmes de garotas), como Legalmente Loira (1 & 2) e O Diário de Bridget Jones. Além de filmes adolescentes como American Pie e coisas do tipo. O que posso fazer se eles me divertem?! E foi para falar desse tipo de filme que resolvi postar hoje.
Adoro passar algum tempo em casa quando a família está reunida, porque com eles compartilho boa parte desses gostos. Foi com eles que vi o primeiro filme abaixo. Eu já tinha visto o trailer dele, e para falar a verdade não me interessei muito, porque achei que fosse um filme de terror, estilo que não me agrada tanto assim. Mas depois de muita insistência acabei sendo vencida por meus queridos hermanos e resolvi me acomodar bem no sofá para assistir. E não é que eu gostei....

O Pacto (The Covenant, 2006)
Direção: Renny Harlin
Roteiro: J.S. Cardone

Elenco:
Steven Strait ... Caleb Danvers
Laura Ramsey ... Sarah Wenham
Sebastian Stan ... Chase Collins
Taylor Kitsch ... Pogue Parry
Chace Crawford ... Tyler Simms
Toby Hemingway ... Reid Garwin




O Pacto conta a história de quatro garotos que como descendentes das famílias que fundaram Ipswich (colônia de Massachusetts) por volta de 1600 conhecidos como "Filhos de Ipswich" nasceram com poderes especiais. Ligados pela amizade e pelo pacto de silêncio que seus antepassados fizeram há mais de quatro séculos, eles começam a se preocupar quando o corpo de um jovem é encontrado após uma festa. Depois desse acontecido, segredos começam a ser revelados e coloca em risco o pacto que vem protegendo suas famílias.
Uma das coisas que mais gostei é o fato de que são garotos nos papéis principais. Normalmente bruxaria e assuntos sobrenaturais estão sempre ligados à garotas que são de todas as formas possíveis torturadas socialmente por pessoas normais e idiotas. Achei um bom jeito de passar o tempo! Só a cena final achei mesmo meio apelona, mas acho que isso já se tornou uma tradição, né?


No dia seguinte foi a vez de algo mais light...


Garotas Malvadas (Mean Girls, 2004)
Diração: Mark Waters
Roteiro: Tina Fey

Elenco:
Lindsay Lohan ... Cady Heron
Rachel McAdams ... Regina George
Lacey Chabert ... Gretchen Wieners
Amanda Seyfried ... Karen Smith
Lizzy Caplan ... Janis Ian
Jonathan Bennett ... Aaron Samuels
Tina Fey ... Ms. Norbury



Garotas Malvadas conta a história de Cady Heron, adolescente de 15 anos, que começa a freqüentar uma escola pública pela 1a. vez. Criada na África por seus pais zoólogos, Cady foi educada em casa e acaba descobrindo quão complicada pode ser a vida de uma pessoa nova em um colégio nos Estados Unidos. Hierarquia de popularidade e os perigos que uma língua afiada pode lhe trazer. Com direito a vingancinhas e tramas entre garotas que em um ponto ou outro da vida você já chegou a considerar. Bom, eu pelo menos fiz... sem levar a diante, claro!
O elenco de comediantes do Saturday Night Live ajuda a história ser mais engraçadinha. Tenho que admitir ser fã da Tina Fey.
Resumindo, o filme me fez rir e como era isso mesmo que eu estava esperando, pra mim isto é que importa.

* este post estava programado para ser colocado no ar semana passada! oops...

terça-feira, 24 de abril de 2007

Evanescence



Essa cena aconteceu na noite de sábado passado (21/04), no Palestra Itália, famoso Parque Antártica. Fui a trabalho, acompanhada do meu mano... mas uma pessoa gordinha e querida me fez falta!



*Nota mental: não chorar pelo leite derramado!





Do início...
Não cheguei a tempo do de ver o Luxúria, já que a chuva causou! Mas o Silicon Fly, grupo uruguaio que tocou antes do Evanescence me divertiu. Tinha visto um clipe deles (dois dias antes) e a música respectiva era uma balada. Achei meio bobo, eles que me desculpem mas jurava que era algo bem americano pop, tipo Nick Carter e fiquei com uma impressão errada. Fiquei surpresa com a banda ao vivo. O som é bem legal, o vocal é da hora. O show acabou e eu quis ouvir mais! Pena que não é todo mundo que pensa como eu. Ou pelo menos tem o mesmo respeito. O público brasileiro é muito infantil. OK, você comprou o seu ingresso exclusivamente para ver Amy Lee e companhia. Passou (por incrível que pareça) 11 dias na fila em frente ao estádio. Não podia mesmo esperar a hora certe da banda entrar na sua? Me sinto muito sem-graça de ver pessoas no público mandando bandas de abertura tomarem no piii e coisas do tipo.
Muita gente não entende que eles não estão lá pra roubar o show do artista principal e sim entreter a galera enquanto esperam. Tudo bem, se você não curtiu o show, mas esse é o trabalho deles. Ninguém vai ao seu lugar de trabalho e te xinga, não é mesmo?
Saber que as pessoas não possuem respeito pelo próximo me entristece. Principalmente aqui no Brasil, país onde todo mundo fala tão bem do público. Não precisa se declarar pra qualquer pessoa que esteja em cima de um palco, mas deixa o cara fazer o lance dele. Anyway...

O show...
Podem dizer o que for, mas o show foi bem legal!
Cantei feito uma louca e o mais legal foi o fato de que não acordei rouca no dia seguinte. Acho que essa é a vantagem de acompanhar loucamente todas as músicas com a vantagem de que quem canta é mulher. Ou viajei?
Saí de lá surpresa!
1o. porque depois de ouvir algumas músicas cantadas por Amy Lee ao vivo, admito que esperava algo meia boca. Mas ela mandou bem, segurou todas as notas e o fôlego durou o show inteiro. E olha que ela andou de um lado pro outro, pulou, rodopiou.
2o. não houve a histeria comum em shows de bandas onde o público principal é adolescente. Isto é, não fui atropelada por pessoas chorando ou carregadores de desmaiados.

O retorno...
A parte chata foi a volta. A região tava TOTALEMENTE parada! O meu bom humor quase foi embora, depois de ficar uma hora esperando pelo meu bendito ônibus. Vida de pedestre é bem triste!
Mas a noite acabou tranqüila e é isso que importa!
*Clique na Amy Lee e tenha uma surpresa!

segunda-feira, 16 de abril de 2007

de cara nova

Bom, por enquanto as coisas vão ficar assim mesmo! O tempo tá curto, a dor de cabeça tá grande e daqui a pouco vou testar o meu inglês. Realmente queria que esse blog ficasse mais com a minha cara, mas ainda não consigo visualiza-lo direito. Tá tudo meio blurry! Mas acho que consegui deixar com um jeito mais meu. Vamos ver por quanto tempo esse esquema de cores dura, né? Como a pessoa responsável pelas fotos do Pic-Nic não me mandou nada, o post vai ter que esperar mais um pouco!
Por enquanto uma dica. O filme do fim de semana foi:



B13 (Banlieue 13, 2004)
Direção: Pierre Morel
Roteiro: Luc Besson & Bibi Naceri

Elenco:
Cyril Raffaelli ... Damien Tomaso
David Belle ... Leïto
Taha ... Bibi Naceri



Finalmente um filme francês divertido que NÃO tem:
Gérard Depardieu ou Jean Reno.

*informações: IMDB