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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

um mistério

Ontem não foi a primeira vez que ouvi uma pessoa falar que lê isso aqui, mas que não comenta por ter vergonha. E isso me faz parar para pensar... por que?
Vergonha de que?
É algo que eu escrevo?
É como eu escrevo?
Bom, se você está aí, lendo isso e nunca comentou / quase nunca comenta, só me diz por que do silêncio....
Ou simplesmente me diz um OI para eu ver que não estou falando sozinha, ta? Nem precisa ficar com vergonha, se quiser até olho para o lado, tá? Mas se não quiser, ok, mas eu ia achar bem legal!


segunda-feira, 25 de agosto de 2008

um sonho...


Desde que me conheço por gente eu canto… Já ouvi histórias de que quando tinha menos de dois anos sabia cantar em português, inglês, francês, japonês e italiano. Ta aí as vantagens de ter uma família multinacional… hahaha.


Ao contário da Maria, sempre fui na minha, quieta, meio “caipira” mesmo. Na verdade, sempre tendi para a extrema timidez. Falo que tenho vergonha da minha própria sombra e quem me conhece bem sabe que mesmo sendo faladeira, sou meio travadinha…


E o que fazer se se ama cantar e tem vergonha de fazer isso olhando no espelho por se achar uma tonta? Hum, claro… se trancar no banheiro, colocar o som no último volume, seja no radio relógio, mini-system ou até walkman e apavorar a vizinhança.


O problema é que não é só a vergonha de cantar na frente de qualquer ser que me apareça, seja ele conhecido ou desconhecido (com exceção da Maria que é a única pessoa nesse mundo que eu não tenho problema de pagar mico na frente de)… Tem também o porém que eu odeio me ouvir. E não venha me dizer que para todo mundo é estranho se ouvir, porque isso eu já sei… Pode parecer absurdo, mas até hoje, anos após eu ter me ouvido pela primeira vez, anos depois eu ter gravado a minha voz, eu ainda NÃO consigo NÃO fazer careta todas as vezes que me ouço.


“Drive” é uma exceção nisso, seja porque eu amo essa música de paixão e tudo o que a gravação dela representa, com quem foi, a época que marcou, por isso confesso que até me acostumei com a minha voz nela, mas sempre rola uma caretinha…


Por isso, depois de passar anos pensando… achei a saída.

E meu emprego dos sonhos é…

Tchan tchan tchan tchannnnnn….

SER BACKING VOCAL

Sim porque aí eu canto, mas não sou o centro das atenções.

Ta aí um dos muitos exemplos do que eu faria em uma outra dimensão!



Justin Timberlake - “Rock Your Body” letra aqui

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

(continuação...)

Os meses de espera valeram a pena. Ver a barriga da minha mãe crescendo... Já os enjôos eu dispensava. Meu edredom da Mônica virando do bebê, muita mudança e tudo muito especial. Lembro muito bem da primeira vez que vi a carinha dela... A enfermeira a levantou como o Rafic levantou o Simba assim que nasceu para todos os animais saudarem o filho do rei. Brinco até hoje que parecia um macaquinho vermelho, assim que olhou para a cara do meu pai caiu no berreiro. Foi bem engraçado. Naquele dia comi um Galak e pedi para fazer companhia no hospital. Mas o cansaço da noite passada era tão grande que logo depois disso, desmaie numa cadeira e acordei só na manhã seguinte.

O cheirinho de nenê era o melhor de tudo.

Depois disso foi só alegria. Ter uma boneca viva é o maior desejo de toda garota, pelo menos antes de terem celulares para crianças. Sete anos de diferença faziam com que eu achasse que era super irmã e mesmo ninguém deixando eu pegar o nenê eu fazia isso escondido. Demorou um pouco para minha mãe entender que a razão da Cau estar sempre sequinha era que quando ela tomava banho eu trocava a fralda. Mesmo eu sendo miúdinha, acabaram deixando eu ajudar.

Carregava ela de um lado pro outro. Ela não chorava nunca, desde que me lembro ela gargalhava e eu adorava torturar um pouco. Fazia cosquinha na barriga, passava o pente no pézinho. É maldade eu sei, mas sou meio viciada em gargalhada de nenê, uma das melhores coisas do mundo. Aos poucos ela foi crescendo. Depois que começou a falar não parou nunca mais. Nunca aprendeu a andar de fato, saia correndo até desabar do outro lado da sala. Depois disso mais ninguém segurava. No calor, corria pelada em volta da casa (sei que alguém vai me matar ao ler isso, mas tudo bem, faz parte!), voltava vermelha por causa da terra e tinha que ir direto para o banho, isso acontecia umas três vezes por dia. Brincava que o cachorro era um cavalo. Corria atrás dos gatos. Rolava na grama da pracinha, com roupa dessa vez. Tropeçava na calçada, levantava, batia nos joelhos e voltava a correr. Dividia o tempo brincando de escritório comigo e Cavaleiros do Zodíaco com o Dani.
Engraçada, inventava frases como NOMI TOPURDA!, que traduzido do claudiês significa NÃO ME PERTURBA!

Ela cresceu mais, na verdade nunca parou. Há algum tempo até me passou (o que não é muito difícil) e nem roubar mais meus tênis ela rouba.
A adolência ainda está acontecendo e digo que é um saco. O temperamento é realmente algo difícil. As brigas se tornam mais freqüentes, mas acho que isso acontece com todo mundo. É tão teimosa e cabeça dura quanto eu.
Mas é minha irmã!
Me sinto velha em ver essa pessoa crescida, andando ao meu lado e saber que ela foi pequenininha a ponto de nem te dentes. De eu pegar no colo e colocar para dormir toda a noite. Somos diferentes e iguais ao mesmo tempo. Tem gente que até confunde a voz no telefone.
Mas de uma coisa eu tenho certeza...
O orgulho de saber que eu ajudei, e bem de perto, a criar essa pessoa é enorme!
Ver como aquele bebezinho se tornou essa pessoa tão bonita e encrenqueira, doce e reclamona, cheia se sede por novidades e que me ensina coisas novas diariamente é muito mágico!
Em uma entonação bem gay, no melhor estilo Christian Pior eu digo:




ADOOOOOOOOOOOORO!

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Há 17 anos atrás...

Antes de mais nada, algo que deve ser cumprido! Afinal todo dia 27 de agosto é importante.

Isso porque há 17 anos atrás fui acordada no meio da noite, enrolada em um cobertor e colocada no banco de trás do fusca creme que meu pai tinha, dividindo o banco com o meu também sonado irmão.
A escolha de esperar no carro quando fosse a hora tão esperada da chegada do bebê foi nossa. Bem melhor do que ir para a casa de "amigos" de nossos pais durante a noite. Não sei porque, mas eu sabia que iria ser de noite e nada mais desconfortável do que dormir numa cama que você não conhece.

Fazia anos que pedíamos por um irmãozinho e nunca escondi de ninguém a minha preferência por uma menina. E como era de se esperar o Dani queria um menino. Por um lado se trata de uma necessidade, um aliado na guerra dos sexos, mas por outro uma companhia a mais nas brincadeiras de cada gênero. Eu queria alguém que brincasse de Barbie, ele um companheiro pra esconder Comandos no meio das cobertas.
O trato feito antes do ultra-som que iria dizer o que "estávamos" esperando era, se fosse menino eu daria o nome, se fosse menina o Dani poderia escolher. Assim a "perda" seria menor, né? Fico imaginando se um de nós dois tivéssemos escolhido algo como Cirilo ou She-ra, hahaha, como é que meus pais iriam fazer para convencer a escolher outro nome.

A médica avisou: é uma menina!

Fogos para mim!!!
Não sei o quão e se o Dani ficou chateado, mas logo o nome foi escolhido: Claudia. Eu preferia com um Ana na frente, afinal naquela época minha melhor amiga chamava Ana Claudia, e eu acha esse nome o méximo. Mas ele optou por algo mais simples e foi também de certa forma influênciado pelo papel de Louise Cardoso, a mocinha da novela Mico Preto.

O que eu teria escolhido? Hum, meio queimação de filme, mas tudo bem.
Se fosse menino seria Marcio, nome dado em "homenagem" ao menino que eu gostava... shhhhhh que ele não saiba disso! O melhor é que sei que não iria me arrepender, afinal eu ainda gosto do nome!

A anciedade era muito grande. Quem me conhece sabe que fico com borboletas na barriga por qualquer coisa, imagina então sabendo que logo logo sua família vai crescer. Esperei para saber notícias com um olho aberto e outro fechado, porque o sono estava tentando vencer a batalha e acabar com a minha vigília. Depois de um tempo meu pai apareceu, falou algo e não me lembro de mais nada. Só de já estar na escola na tarde seguinte, mal conseguindo esperar para voltar ao hospital e ver o nenêzinho que esperava por mim.

(Continua...)

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

a paz invadiu o meu coração...

Tudo anda tão corrido e acaba fazendo com que eu não tenha tempo pra mim, muito menos veja meus amigos. Mas fazer o que? É isso que significa ser adulto hoje.

Depois de uma semana pentelha, por incrível que pareça essa eu comecei com o pé direito e a última segunda foi muito boa! Por mais cansativos que os últimos dias vem sendo voltei a me divertir com pouco. Seja com uma conversa longa ao telefone, descobrindo músicas e clipes pela internet, sérias reflexões pelo messenger, pequenas coisas tem me alegrado bastante.
Acho que tudo começou por conta de um fato simples da vida. Após meses planejando finalmente uma super arrumação do quarto aconteceu. Tive que tomar coragem, colocar mascara por conta da rinite e enfrentar o monstro que estava o meu quarto. Demorou, mas hoje eu vejo as coisas estão em seus devidos lugares. Incrível o que uma arrumação, seja ela zinha ou major, faz com nosso espírito.

Hoje a calma reina e tudo parece mais bonito. Será que o mundo ficou melhor porque as roupas estão dobradas no armário, os CDs arrumados e postos em ordem alfabética, lençóis e coberta esticados? Falando isso em voz alta ou até escrevendo parece um monte de besteira, mas queria ver você conviver no caos que estava instaurado no meu quarto. Acho que tudo se deve ao efeito psicológico da não bagunça na hora de dormir! Isso até soa como nome de um "grande" estudo. Acho que as noites que eu tenho usado para "ajudar" em um certo TCC tem me contagiado de alguma forma.

Como tem sido costumeiro, um vídeo da música que me acompanhou durante a criação deste post e pertence a uma das atrações deste ano do Tim Festival...

Arctic Monkeys - "Fluorescent Adolescent"




Pra acompanhar aletra, clica aqui!

sexta-feira, 27 de abril de 2007

bom ou mau, gosto é gosto...

Onde quer que eu vá, as pessoas sempre acabam julgando meus gostos de alguma forma, seja o musical, cinematográfico, gastronômico. Ok, isso não é um "fenômeno" que acontece apenas comigo, mas é fato que não podemos agradar a todos. Para o mundo ser um lugar equilibrado, obviamente existem as pessoas que pensam o contrário. Gente que não tá nem aí para a opinião dos outros. O ruim é aquele tipo de gente que quer impor a opinião delas. Como temos que conviver com pessoas diferentes (afinal o mundo seria um lugarzinho bem tedioso se todos fossemos iguais, certo?) o lance é respeitar!
Hoje posso dizer que passei da fase de sentir vergonha (de muitas) das coisas que gosto. Quem me conhece sabe que vivi a “era boyband” intensamente. Sou uma criança que ama desenhos da Disney como A Pequena Sereia, Alladin, A Bela E A Fera, etc até hoje. Adoro ver os famosos "Chick Flicks" (filmes de garotas), como Legalmente Loira (1 & 2) e O Diário de Bridget Jones. Além de filmes adolescentes como American Pie e coisas do tipo. O que posso fazer se eles me divertem?! E foi para falar desse tipo de filme que resolvi postar hoje.
Adoro passar algum tempo em casa quando a família está reunida, porque com eles compartilho boa parte desses gostos. Foi com eles que vi o primeiro filme abaixo. Eu já tinha visto o trailer dele, e para falar a verdade não me interessei muito, porque achei que fosse um filme de terror, estilo que não me agrada tanto assim. Mas depois de muita insistência acabei sendo vencida por meus queridos hermanos e resolvi me acomodar bem no sofá para assistir. E não é que eu gostei....

O Pacto (The Covenant, 2006)
Direção: Renny Harlin
Roteiro: J.S. Cardone

Elenco:
Steven Strait ... Caleb Danvers
Laura Ramsey ... Sarah Wenham
Sebastian Stan ... Chase Collins
Taylor Kitsch ... Pogue Parry
Chace Crawford ... Tyler Simms
Toby Hemingway ... Reid Garwin




O Pacto conta a história de quatro garotos que como descendentes das famílias que fundaram Ipswich (colônia de Massachusetts) por volta de 1600 conhecidos como "Filhos de Ipswich" nasceram com poderes especiais. Ligados pela amizade e pelo pacto de silêncio que seus antepassados fizeram há mais de quatro séculos, eles começam a se preocupar quando o corpo de um jovem é encontrado após uma festa. Depois desse acontecido, segredos começam a ser revelados e coloca em risco o pacto que vem protegendo suas famílias.
Uma das coisas que mais gostei é o fato de que são garotos nos papéis principais. Normalmente bruxaria e assuntos sobrenaturais estão sempre ligados à garotas que são de todas as formas possíveis torturadas socialmente por pessoas normais e idiotas. Achei um bom jeito de passar o tempo! Só a cena final achei mesmo meio apelona, mas acho que isso já se tornou uma tradição, né?


No dia seguinte foi a vez de algo mais light...


Garotas Malvadas (Mean Girls, 2004)
Diração: Mark Waters
Roteiro: Tina Fey

Elenco:
Lindsay Lohan ... Cady Heron
Rachel McAdams ... Regina George
Lacey Chabert ... Gretchen Wieners
Amanda Seyfried ... Karen Smith
Lizzy Caplan ... Janis Ian
Jonathan Bennett ... Aaron Samuels
Tina Fey ... Ms. Norbury



Garotas Malvadas conta a história de Cady Heron, adolescente de 15 anos, que começa a freqüentar uma escola pública pela 1a. vez. Criada na África por seus pais zoólogos, Cady foi educada em casa e acaba descobrindo quão complicada pode ser a vida de uma pessoa nova em um colégio nos Estados Unidos. Hierarquia de popularidade e os perigos que uma língua afiada pode lhe trazer. Com direito a vingancinhas e tramas entre garotas que em um ponto ou outro da vida você já chegou a considerar. Bom, eu pelo menos fiz... sem levar a diante, claro!
O elenco de comediantes do Saturday Night Live ajuda a história ser mais engraçadinha. Tenho que admitir ser fã da Tina Fey.
Resumindo, o filme me fez rir e como era isso mesmo que eu estava esperando, pra mim isto é que importa.

* este post estava programado para ser colocado no ar semana passada! oops...

terça-feira, 17 de abril de 2007

quebrando a cabeça...


Meu fascínio por quebra-cabeças vem desde quando era pequena. Começou com aqueles de 30 peças que formavam imagens do Pato Donald. Mas com o passar do tempo revistas de colorir, bichos de argila, pinturas com aquarela foram sendo deixados para trás junto com o quebra-cabeças. Principalmente porque não tem graça alguma ficar montando a mesma imagem mais que uma vez, né?
Há dois anos atrás, uma pessoa muito querida chegou com um pacote imenso da loja de brinquedos. Ele entregou para o Krikor e nos incumbiu de transformar pecinhas em uma imagem do Castelo de Cochem, Brauselay, Alemanhã. No final foram meses de trabalho, já que não é todo dia que ambos tinham vontade de resolver aquele problema. Ao contrário dos indianos que montam maravilhosas mandalas no chão com areia colorida, para desmancha-las no instante seguido de completar o desenho não sou tão evoluída.
No total foram 1.499 peças, já que no fim uma infeliz ficou faltando! Mesmo assim, a satisfação de ver seu trabalho completado foi imensa.

Retomei a brincadeira com um presente lindo que ganhei da Dri. Montei esse "quadro" de Renoir, em poucos minutos, já que ele é bem pequenininho.
Isso me deixou com muita água na boca. Alguém tem em casa um quebra-cabeças que nunca teve coragem de encarar por conta do número absurdo de peças?
Eu to afim... e você?


Pierre-Auguste Renoir,
Banks of the Seine at Asnieres. c.1879.
Oil on canvas.
National Gallery, London, UK
*imagem retirada do site: Olga's Gallery

terça-feira, 10 de abril de 2007

coelinho da páscoa que trazes pra mim?


Páscoa para mim é sempre uma época boa!
Pelo lado óbvio, CHOCOLATE é uma delícia! Segundo, ganhar coisas legais é sempre muito divertido. Terceiro... motivo pra "festa", né?
Quando era pequena, fui bem mimada. Uma das coisas mais legais de quando eu era menos era quando chegava a Páscoa e ao invés de ganhar apenas ovos de chocolate como todo mundo, ganhava um "super" coelho! Ele era muito bonito, nada de camada fina de chocolate ruim, era uma delícia feita com todo amor e carinho pela Tia Inha, minha tia. Com o tempo fui crescendo e mesmo contra a minha vontade, já não me animava tanto pelo fato de ser um coelho e sim porque era um chocolate bom!

Ter irmão mais novo é realmente um saco às vezes, mas da Cau não posso reclamar... muito.
Os sete anos que nos separam, fizeram com que eu a tratasse mesmo como minha bonequinha! E uma das coisas que aprendi cedo era animar as coisas no feriado mais gostoso do ano, gastronomicamente falando.
Eu e meu irmão (super adultos na época, com 7 e 5 anos) resolvemos continuar a tradição familiar! Acordar mais cedo que a gordinha (coisa que era difícil já que a menina antigamente madrugava) e brincar de coelhinhos.
Pegar talco, sujar os dedinhos e imprimir pegadinhas no chão.
Parece bem bobo, mas me divirto com pouco mesmo! E nada mais legal que ver uma pessoinha de quase um ano, engatinhando e se agarrando nos móveis (já que ainda não sabia andar direito) e ficar feliz de ver algo colorido em um lugarzinho escondido.
Porque afinal de contas, naqueles dias ela ainda não podia comer chocolate, pelo menos não muito, né? Fizemos isso durante algum tempo, até ela entender que o ovo que ganhava antes vinha do "teto" da loja.
Mas tenho que dizer... Bons tempos aqueles!

quinta-feira, 5 de abril de 2007

e a bola rola...

Começar algo no "mundo real" é fácil, por mais complicada tenha sido sua trajetória até o dado momento. Afinal é só dar o primeiro passo com o pé direito!
Mas e aqui? Como eu faço?
Mesmo eu não me sentindo supersticiosa, tem certas coisas que parecem vir com o DNA...
Como o velho hábito do Vovô de desvirar chinelos (de quem quer se seja), que aparece no seu caminho virado para baixo. Dando azar ou sorte, isso acabou virando algo como herança de família. De meu Vô, para minha mãe, dela para mim e quem sabe do amanhã?
Ou então, bater na madeira quando alguém fala algo terrível.
Que diferença isso faz eu não tenho a mínima idéia, mas eu não me contenho e acabo batento na bendita madeira!
Isso me faz lembrar de uma música que eu gosto muito..."The Impression That I Get" do Might Mighty Bosstones, (Let`s Face It, 1997).
Que demorei anos para realmente parar e pensar na letra... sabe como é, eu ficava animada demais toda vez que ela tocava para parar e reparar no que ele estava falando!).
Um skazinho gostoso que tem como refrão isso:

"I've never had to knock on wood
But I know someone who has
Which makes me wonder if I could
It makes me wonder if
I've never had to knock on wood
And I'm glad I haven't yet
Because I'm sure it isn't good
that's the impression that I get..."


Se é ruim, faz mal, realmente não sei...
Só sei que as vezes é maior que eu... na hora que vi, já dei meus três "knocks" na madeira mais próxima!

Se você tiver idéia de como devo começar BEM esse blog, me avise, ok?
Eu fico por aqui mesmo...
Torcendo para que as coisas dêem certo!