quebrando a cabeça...

Meu fascínio por quebra-cabeças vem desde quando era pequena. Começou com aqueles de 30 peças que formavam imagens do Pato Donald. Mas com o passar do tempo revistas de colorir, bichos de argila, pinturas com aquarela foram sendo deixados para trás junto com o quebra-cabeças. Principalmente porque não tem graça alguma ficar montando a mesma imagem mais que uma vez, né?
Há dois anos atrás, uma pessoa muito querida chegou com um pacote imenso da loja de brinquedos. Ele entregou para o Krikor e nos incumbiu de transformar pecinhas em uma imagem do Castelo de Cochem, Brauselay, Alemanhã. No final foram meses de trabalho, já que não é todo dia que ambos tinham vontade de resolver aquele problema. Ao contrário dos indianos que montam maravilhosas mandalas no chão com areia colorida, para desmancha-las no instante seguido de completar o desenho não sou tão evoluída.
No total foram 1.499 peças, já que no fim uma infeliz ficou faltando! Mesmo assim, a satisfação de ver seu trabalho completado foi imensa.
Retomei a brincadeira com um presente lindo que ganhei da Dri. Montei esse "quadro" de Renoir, em poucos minutos, já que ele é bem pequenininho.
Isso me deixou com muita água na boca. Alguém tem em casa um quebra-cabeças que nunca teve coragem de encarar por conta do número absurdo de peças?
Eu to afim... e você?
Pierre-Auguste Renoir,
Banks of the Seine at Asnieres. c.1879.
Oil on canvas.
National Gallery, London, UK
*imagem retirada do site: Olga's Gallery