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terça-feira, 25 de março de 2008

os "perigos" de sair com certas camisetas




"Cold As Ice" - Foreigner

Ganhei uma camiseta muito bonita da Thais. Foi um presente pelo meu aniversário do ano passado. Ela é vermelha, com manguinhas bufantes, algo como se fosse Branca de Neve moderna. Tão moderna que tem um escrito em prata...
Resumindo eu ADOREI o meu presente, mas meio que previ que ela poderia me dar algum "trabalho".


Lá estava eu, correndo de um lado para o outro com menos de duas horas para me arrumar e chegar ao Via Funchal para o show do Bob Dylan. Vesti a peça mais confortável do mundo (= calça jeans) e fiquei presa na questão... que blusa eu vou? Queria algo entre arrumadinho e despojado, mas sabe como é mulher... Independente da quantidade de roupas que ela tenha, nunca tem o bastante, nunca tem AQUELA! Foi então que vi uma coisa vermelha e bonita. Peguei o presente da Thais e vesti, sem me preocupei muito com o que estava escrito e parti para o Via Funchal.


Chegando lá, tudo cheio, lotado, gente para todos os lados. Peguei meu convite e entrei. Achei minha mesa, sentei bonitinha e esperei pelo início do show. Em volta, tinha gente de todas as idades, famílias inteiras, pessoas sozinhas. E duas mesas para a (minha) direita um grupo de pessoas "diferente". Diferente porque eu não esperava encontrar no show do sr. Dylan membros do Hell's Angels. Quando falo membros do Hell's Angels, quero dizer, homens grandes, que falavam em inglês, vestidos com jeans e jaquetas de couro com bordados enormes nas costas. Acho que eles estavam em umas 10, 12 pessoas, que se destacavam e muito entre mães, pais, madames e senhores de terno.


O show aconteceu. Duas horas de Bob Dylan um pouco mudado. Na hora de ir embora esperei que a casa esvaziasse um pouco e fiquei em pé, perto de uma das saídas. Quando dou de cara com um homem, de jaqueta de couro, careca, de 1m80cm e "cara de mau", me encarando e chegando perto. Era ele, o "sr. líder" dos Hell's Angels vindo em minha direção. E é claro que eu congelei.


Foi então que ele parou a uns três passos de mim. Eu sem entender nada. E aí ele se inclinou e meio que virou a cabeça para a (minha) esquerda para ler o que estava escrito na camiseta e murmurou...
"Pleeeaaa...see, dis..." e soltou um alto e claro !


E foi contar para os amigos dele... Eu aproveitei a brecha e me mandei rapidinho, morrendo de vergonha... e claro, rindo muito da reação dele.


O que está escrito na minha camiseta???


PLEASE DISTURB ME!

Desde que ganhei o presente venho tomando coragem para escrever com caneta um DON'T entre o PLEASE e o DISTURB, mas o medo de estragar minha linda camiseta sempre me impediu de seguir em frente. :/
Sabe o que é "pior", a Thais quando me deu a blusa disse: “foi exatamente por conta do que está escrito que eu comprei para você!”

Grande amiga ela, né? Hahaha.

post escrito ao som de "Cold As Ice", do Foreigner

sexta-feira, 7 de março de 2008

eu fui e foi lindo






O que parecia impossível, caiu no meu colo na última hora. Agarrei a oportunidade com as duas mãos e ganhei uma noite mágica.
Queria, de fato, ter dividido cada momento das duas horas com meu pai, mas acho que aí era abusar da minha fada madrinha.
Percebi que o receio que tinha de ver shows sozinha passou, claro que alguns lugares ainda não acho boa ideia ir desacompanhada, mas se for pra ficar sentadinha curtindo um som, dá pra encarar.

No total foram duas horas de música boa, povo comportado - com excessao de uma garota que tava surtada e subiu ao palco, não só uma, mas duas vez... no final o prêmio dela foi ser carragada por seguranças diferentes.
Ele subiu ao palco, de chapéu preto e terno prata. Postura de um senhor de mais de 60 anos bastante integro, e com energia suficiente para tocar duas horas direto, com mínimas pausas entre cada canção. Ele quase não falou com a platéia, mas sabe, nem acho isso tão ruim. Esse lance de ficar puxando o saco, fazendo juras de amor não me convence. Ele não parece ser esse tipo de gente, prefiro que não me iluda! E penso que reclamarmos quando a interação do artista com o público é pouca, bate naquela tecla que falei há uns post atrás: carência.
Gente, coloquemos na cabeça que pagar os olhos da cara por um show não nos dá o amor incondicional do Bob Dylan, nem de qualquer outro artista.





O único porém foi o fato de que nessas duas horas, diversas músicas conhecidas popularam o repertório do show, mas passaram batidas já que foram rearranjadas, fazendo com que ficassem praticamente irreconhecíveis. Deixando todo mundo (eu inclusive) com água na boca, por ter "tido" Bob Dylan por duas horas e não ter conseguido cantar junto. Nem "Like A Rolling Stone", uma das poucas que todo mundo reconhceu, escapou. Mesmo as pessoas se esforçando muito para acompanhar foi difícil, com a gente cantando de um jeito, em um tempo, e ele em outro. Além disso duas músicas que eu queria muito ouvir ficaram de fora, "Mr. Tamborine Man" e "Lay Lady Lay", mas também nem sei se tenho tanto direito de reclamar...
Primeiro porque não paguei 900 reais para assistir ao show, mas principalmente pelo fato de que o homem está aí há 40 anos, com hits e mais hits espalhados pelas diversas fases de sua carreira. Acho que ele pode sim rearranjar suas canções, porque imagino que seja pior do que viver para sempre é ficar quatro décadas tocando as mesmas músicas, do mesmo jeito que elas foram compostas há anos atrás.
Gente acho que se o show foi bom, o que de fato aconteceu, we should give him a break, cut him some slack...


O resumo "da ópera"?
Um show lindo!











E onde ainda "conheci" uns Hell's Angels, mas isso é história pra depois!

Fotos divulgação por Marcos Hermes

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

grunge até morrer











Todo mundo com quem falei sobre o show do Chris Cornell estava discrente. Foi difícil achar companhia e no fim a única pessoa que encontrei acabou desistindo. Fui, sozinha, com muita força de vontade... porque o cagaço de cair no busão, descer no ponto errado ou qualquer coisa do tipo parecia maior do que o normal. Talvez porque foi o primeiro show na vida que fui sozinha. Incrível como demorei 24 anos para isto. Fiquei até pensando a respeito, acho que há pessoas que passam uma vida inteira sem passar por essa experiência.
Foi estranho, mas gostei. Acho legal poder dividir as lembranças com alguém que conheço, mas dessa vez ninguém queria dividir comigo. E no fim foi bom, não precisei me preocupar com um desencontros ou coisas similares. Peguei minha voz aguda, cantei, berrei, gritei e dane-se quem está do meu lado...













A experiência...
Não vou ser hipócrita e dizer que só gostava de Nirvana, Alice In Chains, Pearl Jam e Soundgarden por suas músicas. Todo mundo sabe que como grande parte das garotas, um dia sonhei em "casar" com os vocalistas dessas bandas. Então, imagina a emoção de ver um deles de perto? Porque vamos combinar que o Eddie Vedder, mesmo sendo um senhor "boa pinta", é um senhor e eu vi lááááá de longe. Dessa vez não, mesmo com o meu "grande" tamanho eu vi tudo e de perto. Mas a emoção que eu imaginei que sentiria não apareceu. Não sei o que acontece. Acho que a adrenalina do meu trabalho acabou fazendo os shows parecerem menos emocionantes. Foi assim com o Incubus, Pearl Jam e assim por diante...
Fazer o que???
Aproveitar o show, né?
Ele cantou todas e mais algumas músicas que eu queria ouvir. A alegria foi tanta que estou rouca até hoje, cinco dias após o show.
Só dá uma olhadinha no repertório do show...




Depois disso não tem mais o que dizer, né?
Se a "sua" desculpa foi... nem curto o que ele tem feito ou acho que ele nem canta mais...
só posso te dizer:




foto retirada do site doTerra

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

som novo no pedaço

O final do ano chegou, junto com ele o tempo vai finalmente melhorando... Um clima de natal tropical vai tomando conta de tudo. Muita decoração verde e vermelha ao mesmo tempo que as pessoas vão ficando com menos roupa, mais regatas, bermudas e saias vão saindo do armário e tomando as ruas.

Indo no embalo do resto do mundo aceito essa mudança com uma nova trilha sonora. Me preparando para uma entrevista tive a agradável surpresa de descobrir o som do Fast Food Orchestra.

Banda vinda da República Tcheca, toca um skazinho de primeira que acaba de conquistar meu gosto musical. O mais legal é que em breve eles viram para o Brasil e já tem dois shows marcados para o ano que vem. Um deles será no Skarnaval, que sempre acontece no Hangar 110 na véspera de Carnaval. Se tudo der certo estarei lá assistindo eles ao vivo!

Aí embaixo o videoclipe da música "Rodolpho" que é cantada em português. Presta bem atenção que você acaba entendendo (hahaha).

Adoro SKA e seu bom humor!

Acho que se mais pessoas ouvissem ska, viveríamos em um mundo melhor!





Quer saber mais sobre a banda?
Aqui tá o site deles e aqui o MySpace deles. Só um aviso, para entender o site deles você precisa falar tcheco!

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

tim festival

Down sides of Tim Festival:



- "Perdi a oportunidade de dar um beijo" no Gael (García Bernal, ator lindo que trabalhou em filmes como Y Tu Mamá También, Diários de Motocicleta, O Crime do Padre Amaro e mais recentemente em O Passado, filme do diretor Hector Babenco), mas tudo isso porque eu sou tonta... então é culpa minha!

Gael García Bernal

- Atraso inacreditável dos shows, que tinham mais de uma hora entre cada atração. Culpa da bendita organização do show que traz gente foda e não sabe acertar tudo para ficar no horário...

- Por conta da exaustão e da alta hora, fui embora sem ver The Killers, mais uma vez culpa foi da organização



Up side of Tim Festival:



- Assisti aos shows ao lado de pessoas importantes: Cau e Krikor. Além de ter ido com pessoas legais (Pedro e Michel) e ter encontrado outras lá (Carlão, Renato, Cristian, Thiago e assim por diante...)



Good side of Tim Festival:

Juliette Lewis - Juliette and The Licks





- Pular em "Hot Kiss" de Juliette and The Licks

- Cantar em alto e bom som "A View From The Afternoon" e “Do Me A Favour” do Arctic Monkeys




Alex Turner - Arctic Monkeys




THE GREATER FU*** SIDE of Tim Festival:





- Literalmente surtar ao ouvir "Hyper-Ballad"

- Perder a voz com "Jóga"

- Chorar ao ouvir "Hunter" e "Army Of Me"

Preciso dizer que o show da Björk foi o meu favorito???







Assim como o show do Incubus, só ficaria completamente satisfeita se a Björk fizesse uma apresentação que durasse no mínimo três horas...
Faltou tanta coisa que dá até tristeza de lembrar. Queria muito ter ouvido "Who Is It", "Oceania", "It's Oh So Quiet" e mais um monte de canções ao vivo. Mas já fico contente em ter estado no mesmo lugar que ela.







Vejo a Björk como uma fadinha, toda pequena, com cara de criança levada - aos 42 anos de idade - e uma voz monstruosa (no bom sentido, é claro!) Uma mistura entre a coisa mais doce e graciosa do mundo e um animal selvagem. Algo que tenho vontade de tocar só para ver se ganho um pouquinho do brilho que ela tem...




Björk


fotos retiradas do site do Terra

terça-feira, 23 de outubro de 2007

continuação...

Brandon & Ben (1)

Um dos momentos mais memoráveis daquela noite foi quando um "senhor gigante" apareceu na minha frente um música antes de "Drive". Até aí tudo bem, mas a partir do momento em que ela começou a ser tocada... mandei tudo as favas, isto é, deixei até a última gota de vergonha de lado (algo extremamente difícil e raro de acontecer) cutuquei o ombro dele e disse:




"Moço... posso ficar na sua frente só nessa música?" (com uma cara bem cachorro sem dono!)




E não é que deu certo? Vi tudo, cantei/berrei junto e só de lembrar tenho arrepios. Sem querer parecer "freak" demais, mas Incubus para mim tem umas músicas que transcendem o entretenimento e chegam a ser espirituais. Então a música acabou e fui feliz e satisfeita me esconder atrás do moço, que foi mais gentil ainda e me deixou continuar ali mesmo, onde via tudo perfeitamente.


Mike (2)





Esse foi de fato o show de rock mais pacífico que já assisti. Tanto que nem em músicas como "Megalomaniac" ou "Sick Sad Little World", que foram duas que mais agitaram todo mundo houve problemas. A única coisa é que ou você pulava ou ia pro chão...

Brandon (3)





Mesmo tendo uma canção deles que está acima de todas no quesito favorita, tenho uma lista imensa de preferidas que poderiam facilmente render um show de três horas, só o dobro do que durou na verdade . E foi uma dessas a responsável pela minha rouquidão que dura até hoje (nove dias pós-show). Foi em "Favorite Things" que quem estava ao meu lado sofreu. Gastei todo ar dos meus pulmões...




I JUST SANG MY HEART (AND LUNGS) OUT!


Resultado de tudo isso:

Uma pessoa muito feliz, sem voz e louca para ver Incubus de novo ao vivo, e mais do que nunca pronta para ouvir "Pardon Me".




INCUBUS (4)




fotos 1, 2 e 4 tiradas por Jessica Souza Chamma e Thais Kamigashima
foto 3 tirada por Thiago Kaczuroski

INCUBUS - o show



Foram oito anos de uma espera que terminou na noite do segundo domingo deste mês.
Lembro muito bem de quando ouvi "Drive" pela primeira vez. Foi praticamente PAIXÃO A PRIMEIRA VISTA. Claro que o fato do sr. Brandon Boyd ser um "colírio" ajudou a chamar a minha atenção, mas na hora que vi "Whatever tomorrow brings I'll be there, with open eyes and open arms" se encaixou na minha vida perfeitamente. A identificação foi tão grande, que esta, depois de quase uma década continua sendo A Música para mim.
Depois disso a paixão foi só aumentando, a ponto de se tornar amor. Também lembro direitinho do dia em que comprei o meu primeiro disco do Incubus, Morning View. Estava prestes a embarcar de volta para São Paulo e em uma inocente visita a uma loja de discos achei o CD. Foram 12 horas de espera (duração da viagem Brasília - São Paulo) para poder ouvir o que iria se transformar na trilha sonora de uma época da minha vida.




Devorei o disco. Sei praticamente de cor cada música. Tendo cada uma um significado diferente e me trazendo memórias e sensações de um tempo que ja passou, mas foi muito bem vivido! Depois desse disco, o caminho era só de volta, então rolou uma retrospectiva, Make Yourself, S.C.I.E.N.C.E., Fungus Amoungus, singles e coisa e tal...


Já são seis anos de amor, e como todo romance as coisas esfriaram um pouco, mas a admiração sempre estará presente. Acho que a banda nunca mais foi a mesma pós Morning View. Não sei se foi a troca de baixista, a idade chegando ou até a realidade mundial que fez eles quererem falar sobre política e tal, só sei que os novos discos não me tocam como os antigos, mesmo eu gostando das músicas.


Independete do que eu acho das coisas mais atuais, encarei numa boa a garoa do dia 14 e sei que esse show vai ficar guardado para sempre comigo. Afinal não é todos os dias que eu vejo o Incubus ao vivo e primeira vez só tem uma! Estava acompanhada de ótimas pessoas, mas tenho que dizer que uma delas era especial, principalmente porque a banda está intimamente ligada a nossa amizade. Acho até que posso me gabar um pouquinho de ter sido a responsável por mostrar o Incubus ao PH, que foi a melhor pessoa para ter ao lado em um show como este!




O lugar (Citibank Hall) era pequeno e estava praticamente lotado, mas nem por isso rolou qualquer tipo de stress. O povo tava tranqüilo, então agarrei no PH e fomos encontrar um lugarzinho na pista onde desse para ver alguma coisa e o som fosse bom. E não é que achamos?



Algo que me surpreendeu muito foi o fato de as pessoas sabiam cantar TODAS as músicas. Eu sabia que os ingressos estavam esgotados, mas não imaginava que isso fosse acontecer. A partir do momento em que a banda colocou os pés no palco o povo não parou de assobiar, gritar, aplaudir... foi incrível!!! Uma energia que nunca tinha sentido!


Vendo os vídeos do show no YouTube dá pra ter uma pequena noção do que foi aquilo. Cada música sendo cantada por uma quantidade enorme de gente, palavra por palavra, em alto e bom som! Lindo!!! Sei que é ridículo, mas tudo o que eu não chorei no dia, parecer quer vir a tona cada vez que vejo "Nice To Know You" no computador.





to be continued...



fotos tiradas por: Jessica Souza Chamma e Thais Kamigashima

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

o show...

Demoro para eu falar sobre o show...

Depois de dias de clima louco - afinal estamos em São Paulo, cidade cosmopolita que passa por todas as estações do ano diariamente, né? - o sábado amanheceu bonito, com solzinho que na metade do dia torrou a cabeça de quem estava na rua.
A anciedade por conta do show me atacou de tarde. Finalmente tinha chegado o dia em que iria ver The Donnas ao vivo. E isso me remetia ao fato de que a Björk também virá para cá esse ano, são tantas emoções que eu não conseguia sossegar.
O calor foi dando espaço para o tempo fresco, uma brisa suave apareceu e o clima ficou perfeito para um showzinho de rock.

Fui ao pela primeira vez e não esperava a fila que estava do lado de fora, pessoas listradas por todos os lados. Que bom que o lugar é maior do que eu imaginava. Entrei logo e o show de abertura começou. Foi legal para ir me familiarizando com o espaço.

Depois de uma conversa sobre encontrar pessoas conhecidas e achar que isso não ia acontecer aquela noite o destino fez uma surpresinha. Vi um perfil único passando por mim indo em direção ao palco. Depois de quatro anos falando com o Gustavo pela internet, alguns desencontros e até pessoas em comum, finalmente o grande encontro acontece e totalmente sem querer. A timidez quase me fez ficar quieta no meu canto, mas o puxão de orelha me fez ir atrás dele e comprimentar meu amigo virtual, trazendo ele para o meu mundo real. Uma experiência nova e bem divertida.

Pouco depois das 9 horas as quatro meninas de Palo Alto, California, subiram no palco e ai já era. Em uma hora de show elas me provaram definitivamente that GIRLS CAN ROCK HARD e ainda serem uns amores. Falando em português Brett (vocalista) agradeceu a todos e perguntou se estávamos gostando. Tocadas com o carinho dos fãs brasileiros elas ainda prometeram que voltaram ano que vem.
Eu fico na expectativa, fazendo figuinhas, porque esse foi um dos melhores shows da minha vida. Não rolou briga entre o público (empurra, empurra me estressa profundamente!), mesmo com o meu um metro e meio vi quase tudo e ainda não sabendo todas as músicas de cor não tinha como não se deixar levar.
Resumindo, elas são tão f... que sem pensar pulei e muito em "Take It Off", canção que fechou o show!!!

Sai de lá morta, mas feliz da vida!!!
The Donnas ROCKS e quando vierem de novo, to lá!

montagem feita por mim - fotos retiradas do site da uol

obs: para ver melhor as fotos, clique em cima!

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

a entrevista...

Voltando a programação normal...

A conversa com a baixista do The Donnas, ex-Donna F... Maya Ford ficou marcada para o último dia 16. O horário previsto para acontecer às 15h (horário de Brasília), mas tive que ligar um pouco mais tarde por conta da balada da noite anterior.

Independente do trabalho, ainda não me acostumei com o fato de entrevistar pessoas "famosas". Sempre existe expectativa, ansiedade e algumas vezes nervosismo.
Durante minha preparação vi uns vídeos delas dando entrevistas para "saber" onde estava me metendo.

No fim, o nervosismo foi embora e resultou em quase uma hora de bate-papo, onde ela se mostrou uma garota "comum" e em alguns aspectos um pouco esquentadinha, mas para saber mais sobre isso... é melhor ler a matéria que sai na próxima revista!!!

O bom é que foi bem legal e isso só fez com que eu ficasse mais a fim de ver The Donnas ao vivo...
Fotos e o show fica para o próximo post!

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

i know it's only rock 'n' roll but I like it...

Como as coisas andam corridas por aqui, antes de conseguir postar algo sobre o show do The Donnas... algumas fotos para ilustrar a experiência vivida dia 25 passado!



fotos retiradas do site da uol

obs: para ver melhor as fotos, clique em cima!

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

no esquenta !

A primeira vez que "ouvi" falar delas foi em 99, época em que elas ainda usavam o nome The Eletrocutes.



Sem meu maior instrumento de trabalho na época, as coisas ficaram por isso mesmo. Alguns anos mais tarde fui descobrir que a bandinha de garotas que eu tinha visto no filme Fica Comigo (Drive Me Crazy, 99) era de fato real, tinha mudado de nome, mas em suma tocava e muito.
O nome antigo era bom, mas acho que
The Donnas
é bem mais forte.

Ontem



O filme era nada mais, nada menos que essas histórinhas que eu adoro adolescentes, que envolve descobertas de amores inesperados e rivalidade entre amigos(as) e elas apareciam como uma banda local, que tinham uma certa fama. A canção e o clipe que aparecem no filme é de "Get Rid Of That Girl", tudo haver com a história.

Tanto a evolução musical, quanto a visual são claras... Mas o que eu acho mais legal é que elas estão se mostrando um belo vinho!


Hoje


Oito anos depois disso estou fazendo contagem regressiva para a vinda delas ao Brasil, mas especificamente para a apresentação que elas farão por aqui. Faltando só nove dias para o show, recebi uma super notícia...

HOJE TEM ENTREVISTA!

Com um motivo desses não tenho nem que pensar duas vezes em deixar o blog de lado pra me focar na entrevista e esperar que a ex-Donna F, hoje baixista Maya Ford seja tão legal quanto eu penso!!!












Depois eu conto TUDO!

*fotos tiradas da internet

sexta-feira, 27 de julho de 2007

i can't resist to a SEX PISTOL !


O papo foi breve, mas bom! Afirmando minha teoria, pessoas de muito sucesso são as mais educadas, a ponto de falarem pouquinho e você não ficar bravo, sabendo que vai ter que fazer o texto render.
Uma doçura de pessoa que merece respeito e mesmo tendo feito parte de um dos grandes nomes da música no século XX é totalmente pé no chão! Ou como ele mesmo disse: "If I was gonna wake up everyday living in the past and thinking how important Sex Pistols was I would have a big head!"

Ele veio pra tocar, mas dessa vez como DJ... quer conferir?

O HOMI VAI ESTAR LÁ...

Onde: Clash Club - Rua Barra Funda, 969, Barra Funda
Tel: (11) 3661-1500
Quando: 28/07 - Sábado , a partir das 23h
Quanto: mulheres vip até até 1h (isto é, na faixa!)
R$ 25 (c/ flyer ou nome na lista) e R$ 30 (sem lista)

*foto tirada deste site

terça-feira, 22 de maio de 2007

Quem Vai? Você Vai?


Mês que vem tem show da Lauryn Hill aqui em São Paulo.
Ela vai se apresentar no Tom Brasil Nações Unidas no dia 14 de junho, às 22h. Os ingressos para a pista custam R$ 200 e camarote tá R$380. O preço tá salgado, mas queria saber... alguém vai?
Se for, me avisa... porque estou procurando companhia...

Maiores informações sobre o show... vai no site: Tom Brasil
Sobre a Lauryn Hill clique aqui!

terça-feira, 24 de abril de 2007

Evanescence



Essa cena aconteceu na noite de sábado passado (21/04), no Palestra Itália, famoso Parque Antártica. Fui a trabalho, acompanhada do meu mano... mas uma pessoa gordinha e querida me fez falta!



*Nota mental: não chorar pelo leite derramado!





Do início...
Não cheguei a tempo do de ver o Luxúria, já que a chuva causou! Mas o Silicon Fly, grupo uruguaio que tocou antes do Evanescence me divertiu. Tinha visto um clipe deles (dois dias antes) e a música respectiva era uma balada. Achei meio bobo, eles que me desculpem mas jurava que era algo bem americano pop, tipo Nick Carter e fiquei com uma impressão errada. Fiquei surpresa com a banda ao vivo. O som é bem legal, o vocal é da hora. O show acabou e eu quis ouvir mais! Pena que não é todo mundo que pensa como eu. Ou pelo menos tem o mesmo respeito. O público brasileiro é muito infantil. OK, você comprou o seu ingresso exclusivamente para ver Amy Lee e companhia. Passou (por incrível que pareça) 11 dias na fila em frente ao estádio. Não podia mesmo esperar a hora certe da banda entrar na sua? Me sinto muito sem-graça de ver pessoas no público mandando bandas de abertura tomarem no piii e coisas do tipo.
Muita gente não entende que eles não estão lá pra roubar o show do artista principal e sim entreter a galera enquanto esperam. Tudo bem, se você não curtiu o show, mas esse é o trabalho deles. Ninguém vai ao seu lugar de trabalho e te xinga, não é mesmo?
Saber que as pessoas não possuem respeito pelo próximo me entristece. Principalmente aqui no Brasil, país onde todo mundo fala tão bem do público. Não precisa se declarar pra qualquer pessoa que esteja em cima de um palco, mas deixa o cara fazer o lance dele. Anyway...

O show...
Podem dizer o que for, mas o show foi bem legal!
Cantei feito uma louca e o mais legal foi o fato de que não acordei rouca no dia seguinte. Acho que essa é a vantagem de acompanhar loucamente todas as músicas com a vantagem de que quem canta é mulher. Ou viajei?
Saí de lá surpresa!
1o. porque depois de ouvir algumas músicas cantadas por Amy Lee ao vivo, admito que esperava algo meia boca. Mas ela mandou bem, segurou todas as notas e o fôlego durou o show inteiro. E olha que ela andou de um lado pro outro, pulou, rodopiou.
2o. não houve a histeria comum em shows de bandas onde o público principal é adolescente. Isto é, não fui atropelada por pessoas chorando ou carregadores de desmaiados.

O retorno...
A parte chata foi a volta. A região tava TOTALEMENTE parada! O meu bom humor quase foi embora, depois de ficar uma hora esperando pelo meu bendito ônibus. Vida de pedestre é bem triste!
Mas a noite acabou tranqüila e é isso que importa!
*Clique na Amy Lee e tenha uma surpresa!